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MPMT denuncia oito homens por morte de maranhenses em Cuiabá

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A 1ª Promotoria de Justiça Criminal da comarca de Cuiabá denunciou, nesta sexta-feira (17), oito homens pela morte dos maranhenses Tiago Araújo, Paulo Weverton Abreu da Costa, Geraldo Rodrigues da Silva e Clemilton Barros Paixão. O crimes aconteceram em maio de 2021 e até hoje os corpos não foram localizados. Além dos quatro homicídios qualificados (motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas), eles foram denunciados por sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e por integrar organização criminosa. 

Foram denunciados Gabriel Ítalo da Silva Costa (conhecido como “Torto”), Vinícius Barboza da Silva (conhecido como “Melancia”), Igor Augusto da Silva Carvalho (conhecido como “Barbado”), Leondas Almeida de Jesus (conhecido como “Léo Maconha”), Cleiton Ozorio Carvalho Luz (conhecido como “Maneco”), Cleison Thiago Xavier dos Santos Luz, Marcelo Wagner Cruz de Oliveira (conhecido como “Macaco/Índio”) e Wanderson Barbosa da Cruz (conhecido como “Van/Piti”). Apenas o primeiro encontra-se foragido, os demais estão todos presos. 

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De acordo com a denúncia ajuizada pelo promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins, em 2 de maio de 2021 os denunciados, que integram uma organização criminosa, sequestraram, mataram as vítimas e ocultaram os cadáveres. Conforme apurado durante as investigações, as vítimas vieram do Maranhão para Cuiabá em busca de emprego. Quando ingeriam bebida alcoólica, diziam ser integrantes de organização criminosa rival da que os denunciados pertenciam. 

No dia dos fatos, as vítimas foram sequestradas quando estavam em um conjunto de quitinetes, onde foram rendidas e amarradas pelo grupo armado. Levadas para o local do crime, foram brutalmente decapitadas e mortas. 

Fonte: MP MT

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Escola Institucional lança projeto sobre IA nesta sexta-feira em Cáceres

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA), lança, nesta sexta-feira (28), o projeto “Diálogos com a Inteligência Artificial – Da rotina das Promotorias às soluções possíveis”. A ação passa a integrar a programação das reuniões de polo promovidas pela Procuradoria-Geral de Justiça, tendo como ponto de partida o encontro que será realizado em Cáceres (a 225 km de Cuiabá). A primeira edição será conduzida pelo promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto.A proposta é aproximar membros e servidores das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, demonstrando aplicações práticas voltadas à atividade ministerial e incentivando a cultura de inovação no âmbito institucional.Com formato itinerante, o projeto acompanhará as reuniões de polo realizadas em diferentes regiões do estado, oferecendo uma capacitação introdutória e prática sobre o uso responsável da inteligência artificial no contexto do Ministério Público. A expectativa é fomentar a troca de experiências, ampliar o conhecimento sobre as novas tecnologias e apresentar soluções capazes de contribuir para a produtividade, a organização das informações e o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho.A programação abordará conceitos fundamentais da inteligência artificial generativa, o funcionamento dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs), suas potencialidades e limitações, além de técnicas para elaboração de comandos e prompts mais eficientes. Os participantes também conhecerão ferramentas amplamente utilizadas no mercado, como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM, explorando recursos voltados à pesquisa, análise documental, elaboração e revisão de textos e criação de assistentes personalizados.A capacitação foi estruturada com foco na aplicação prática dos conhecimentos ao cotidiano das Promotorias de Justiça. Além da apresentação dos conceitos e ferramentas, os participantes realizarão atividades voltadas à resolução de demandas reais dos gabinetes, experimentando diferentes funcionalidades e identificando possibilidades de uso em tarefas recorrentes. Entre os temas previstos estão a sistematização de informações, a organização de estudos, a análise de documentos extensos e o desenvolvimento de soluções personalizadas para apoio às atividades institucionais.Conforme o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, além dos aspectos tecnológicos, o projeto dará destaque ao uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. Nesse sentido, a formação reforçará orientações sobre proteção de dados pessoais, sigilo funcional, confidencialidade das informações e a indispensável supervisão humana de todo conteúdo produzido com o auxílio dessas ferramentas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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