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MPMT orienta ativar proteção contra fraudes no sistema financeiro

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O Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAO-DDPIA) do Ministério Público de Mato Grosso recomenda aos cidadãos que ativem a proteção oferecida pelo BC Protege+, serviço lançado pelo Banco Central na última segunda-feira (1º) para reforçar a segurança contra fraudes de identidade no Sistema Financeiro Nacional. O BC Protege+ funciona como uma camada adicional de proteção, evitando a abertura de contas fraudulentas em nome de pessoas físicas ou jurídicas e impedindo a contratação indevida de produtos financeiros.
Ao ativar o serviço, o usuário informa às instituições financeiras que não deseja abrir contas nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. Antes de abrir qualquer conta, os bancos são obrigados a consultar o sistema. Caso a proteção esteja ativa, a instituição não poderá realizar a abertura ou inclusão até que o usuário desative a funcionalidade. O serviço é gratuito e pode ser ativado ou desativado a qualquer momento.
Em apenas três dias de funcionamento, o BC Protege+ bloqueou 3.170 tentativas de abertura de contas fraudulentas. Segundo balanço divulgado pelo Banco Central, 193,8 mil pessoas já ativaram a proteção, e as instituições financeiras realizaram 3,04 milhões de consultas ao sistema.
Como fazer – Para ativar a proteção, é necessário acessar a área logada do Meu BC, utilizando a conta Gov.br com nível prata ou ouro e verificação em duas etapas habilitada. Dentro do sistema, basta localizar o serviço BC Protege+ e ativar a proteção. Caso o usuário esteja cadastrado como colaborador de uma empresa no gov.br, também poderá ativar a proteção para a pessoa jurídica.

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Atenção – Ao decidir abrir uma conta ou ser incluído em contas de terceiros, é preciso desativar a proteção temporariamente. Uma dica é programar a reativação automática para não esquecer e manter a segurança.
Para mais informações e ativação do serviço, acesse Meu BC.
(Com informações do Banco Central e da Agência Brasil).
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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