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MPMT recomenda que prefeito e empresa não repitam questões em provas

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Sorriso (a 420km de Cuiabá) notificou o prefeito do Município e a empresa Método Soluções Ltda para que adotem as providências necessárias para não haver repetição de questões nas provas do Concurso Público nº 001/2023, bem como qualquer outro tipo de ilegalidade que possa macular a lisura do certame, sob pena de anulação do concurso e responsabilização judicial dos envolvidos. A Notificação Recomendatória foi expedida pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, no dia 22 de março. 

O Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar possíveis ilegalidades na contratação da pessoa jurídica Método Soluções Ltda para a realização do Concurso Público nº 001/2023 do Município de Sorriso-MT, empresa que acumula diversas denúncias perante a Ouvidoria do Município sobre eventuais fraudes em concursos públicos realizados em outras cidades. Diligências preliminares apontaram que a empresa figura como parte representada, investigada ou requerida em procedimentos extrajudiciais e judiciais de diversas naturezas em outros 11 municípios do estado. 

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“Dentre as supostas ilegalidades atribuídas à pessoa jurídica Método Soluções Ltda destaca-se a repetição de questões nas provas aplicadas em diversos concursos públicos realizados no Estado de Mato Grosso”, apontou a promotora de Justiça, acrescentando que se a irregularidade ocorrer em Sorriso acarretará em nulidade do concurso público e das futuras nomeações de candidatos aprovados. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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