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Operação conjunta do Gaeco mira facção em Goiás e Mato Grosso

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa composta pelo Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou, nesta quarta-feira (01), a Operação “Laço Oculto”. A ação é realizada pelo Gaeco do Estado de Goiás, com atuação conjunta do núcleo de Barra do Garças (510 km de Cuiabá).A operação teve como alvo uma advogada do Estado de Mato Grosso, investigada por atuar como “pombo-correio” de um preso de alta periculosidade, ligado a uma facção criminosa e custodiado em unidade prisional do Estado de Goiás.As investigações apontaram que a advogada repassava mensagens e orientações do detento para outros integrantes da facção, além de recolher valores em dinheiro a mando do preso, oriundos de atividades ilícitas da organização criminosa, extrapolando, assim, seus deveres e atribuições constitucionais como advogada.Foram cumpridas as seguintes ordens judiciais: um mandado de prisão preventiva, em desfavor da investigada, pelo crime de constituição de organização criminosa; e um mandado de busca e apreensão, realizado em sua residência e local de atuação, na cidade de Barra do Garças.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio tentado e estupro em Cuiabá

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O réu Breno Júnior de Oliveira Castro foi condenado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá, na terça-feira (18), pelos crimes de tentativa de feminicídio qualificado, estupro, violência psicológica e vias de fato, praticados contra sua companheira, Helena Louyse Mendes dos Santos, em contexto de violência doméstica. A pena fixada foi de 37 anos e quatro meses de reclusão, além de oito meses de detenção e três meses e 15 dias de prisão simples, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade da tentativa de feminicídio, além de concluir que o crime foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O condenado não terá o direito de recorrer em liberdade, e a sentença determinou a execução imediata da pena. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) foi representado em plenário pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues.Conforme a denúncia do MPMT, entre 2023 e 2025 a vítima foi submetida a um relacionamento abusivo marcado pelo controle de amizades, vestuário, estudos, trabalho e deslocamentos, além do monitoramento constante do celular e das redes sociais. O réu também praticava humilhações, ameaças e agressões físicas recorrentes, incluindo um episódio em que quebrou um aparelho celular contra o rosto da companheira.Em julho de 2025, Breno Castro levou a vítima para uma área de mata, onde a agrediu violentamente com um cano de ferro e efetuou um disparo de arma de fogo. Após as agressões, ele a levou de volta para casa. No dia seguinte, segundo a denúncia, forçou a companheira a manter relação sexual. Posteriormente, abandonou a vítima ferida e desacordada em uma “boca de fumo”. Ela sobreviveu graças ao atendimento prestado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).Processo nº 1016281-31.2025.8.11.0042

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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