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Operação desarticula grupo que praticava roubos a garimpos e fazendas 

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Policiais que atuam na área de inteligência no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Civil, Polícia Militar, Sistema Socioeducativo e Polícia Penal, trabalharam em conjunto com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar e do Comando Regional de Peixoto de Azevedo no levantamento das informações que culminaram na Operação Artemis, que prendeu integrantes de uma quadrilha que praticava roubos. A ação policial ocorreu na quinta-feira (14), no município de Santa Helena (602 km de Cuiabá).

Conforme o Gaeco, a operação desarticulou grupo criminoso que praticava roubo a garimpo, fazendas e em residências no município. Durante a ação, três suspeitos foram presos. Um quarto suspeito, que segundo a polícia, optou pelo confronto armado, acabou sendo atingido por disparos de arma de fogo. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no Pronto Socorro do município.

Foram apreendidos com o grupo um revólver calibre 38, seis munições intactas, dois relógios de pulso, um anel de ouro, cinco celulares, dois pares de coturnos e diversas peças de roupas camufladas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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