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Podcast traz reflexões para proatividade dos homens

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O Vozes do MPMT traz nesta quarta-feira (06), dia da Campanha do Laço Branco, um bate-papo com o promotor de Justiça Tiago de Sousa Afonso da Silva, que atua no Núcleo de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher das Promotorias de Justiça de Cuiabá. Mas afinal, de que forma os homens podem ser proativos e cooperadores nesta missão de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher?

Segundo o promotor de Justiça, o primeiro passo é se despertar e se abster de cometer atos que caracterizam a violência doméstica, desde aqueles mais visíveis ou bruscos, como é o caso da violência física ou sexual, aos atos mais sutis, a exemplo da violência moral, patrimonial e psicológica. “Os homens precisam ter a consciência de que não é necessário ferir fisicamente uma mulher para que o ato seja caracterizado uma violência”, comentou.

Tiago de Sousa Afonso da Silva também chamou a atenção para o fato de que muitas vezes a violência passa despercebida, seja em casa ou no próprio ambiente profissional. Citou, por exemplo, situações em que o homem desvaloriza ou não percebe o trabalho que a mulher executa.

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“Isso ocorre quando o homem desmerece o trabalho da sua colega com comentários sem graça ou piadas infelizes. Tanto em casa como no ambiente de trabalho é preciso respeitar a vontade da mulher de ocupar os espaços que ela bem entende”, destacou.

Outra forma de ser proativo e colaborador com o enfrentamento à violência, conforme o promotor de Justiça, é participar ativamente da educação dos filhos. “A presença e o companheirismo dos pais no processo de educação dos filhos são extremamente importantes. Uma educação renovada em que homens e mulheres não precisam ter papéis estanques e definidos. Tanto o menino quanto a menina devem cooperar com a harmonia e organização do lar”.

Para acompanhar o podcast na íntegra, acesse aqui.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT tem enunciado aprovado em comissão nacional de direitos humanos

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A promotora de Justiça Itâmara Guimarães Rosário Pinheiro, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), teve um enunciado aprovado por unanimidade durante a 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), realizada nos dias 11 e 12 de maio, em Brasília (DF). A proposta foi apresentada no âmbito da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Pessoa Idosa (COPEDPDPI), vinculada ao Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), e trata da aplicação interna da Política Nacional de Cuidados no Ministério Público.O enunciado aprovado estabelece que “o Ministério Público deve observar internamente os princípios e diretrizes da Política Nacional de Cuidados, em todos os seus ramos, na forma da Lei 15.069/2024”. A deliberação ocorreu por unanimidade, inicialmente entre os membros da COPEDPDPI e, em seguida, na plenária do GNDH. O texto ainda será submetido à apreciação final dos procuradores-gerais de Justiça.Na avaliação da promotora Itâmara Pinheiro, a medida reforça o papel do Ministério Público como indutor de políticas públicas e agente de transformação social. Segundo ela, a diretriz destaca a necessidade de a instituição incorporar, em sua estrutura e práticas, os princípios da Política Nacional de Cuidados, especialmente diante do envelhecimento populacional e do aumento da demanda por ações inclusivas.A reunião da COPEDPDPI integrou a programação da 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do CNPG, que teve o objetivo de discutir e deliberar sobre iniciativas voltadas à defesa dos direitos humanos, com foco nas pessoas idosas e nas pessoas com deficiência. Entre os temas debatidos estiveram a criação e reorganização de subcomissões temáticas, a apresentação de boas práticas institucionais e a votação de uma nota técnica e quatro enunciados.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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