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Portal do MPMT organiza precedentes e teses para aprimorar atuação

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Com o objetivo de incentivar o uso do Portal de Precedentes e Teses Institucionais do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e fortalecer a atuação de membros e servidores com mais eficiência, agilidade e segurança jurídica, a Coordenação de Precedentes e Teses Institucionais (CPTI) lança, nesta quarta-feira (6), a campanha “Quando a Justiça é um mapa, não um labirinto”.À frente da iniciativa, a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello destaca que o portal, implantado em fevereiro de 2024, foi desenvolvido para organizar e disponibilizar precedentes e teses (judiciais e extrajudiciais) de interesse institucional, promovendo maior uniformidade e embasamento técnico na atuação do MPMT.“A Justiça não precisa ser um labirinto. Ela pode e deve ser um mapa. E o Portal de Precedentes e Teses Institucionais do Ministério Público de Mato Grosso é o nosso ponto de partida. Ao reunir entendimentos consolidados, decisões estratégicas e teses que refletem a construção coletiva do nosso Ministério Público, a ferramenta facilita o dia a dia de membros e servidores”, afirma a promotora.Atualmente, a plataforma reúne 1.851 registros, entre súmulas, decisões de repercussão geral, sentenças, Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), deliberações do Conselho Superior do MP e do procurador-geral de Justiça, recomendações, Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), entre outros documentos relevantes.Criado para subsidiar os órgãos de execução com os entendimentos predominantes sobre temas diversos, tanto na esfera administrativa quanto judicial, o portal se consolida como uma ferramenta estratégica para aprimorar a atuação institucional e promover maior alinhamento entre os integrantes do Ministério Público.A campanha “Quando a Justiça é um mapa, não um labirinto” contempla vídeos, doses jurídicas semanais disponibilizadas via Lista de Transmissão (MPZap) e um boletim informativo mensal enviado por e-mail com informações do Portal de Precedentes e Teses Institucionais. Como acessar – A ferramenta está disponível exclusivamente para membros e servidores do MPMT, por meio do Portal de Aplicativos. Para acessá-la, é necessário realizar login com usuário e senha institucionais.Na página inicial, o usuário encontra diversas opções de busca, com diferentes descritores. É possível pesquisar por texto livre, utilizando palavras-chave relacionadas ao conteúdo desejado, ou ainda pelo número do precedente ou do processo. Também há filtros por área temática ou tipo de precedente, o que torna a navegação ainda mais precisa.“Com uma plataforma prática, intuitiva e uma busca inteligente, basta digitar o tema ou o número do processo para ter acesso rápido, seguro e embasado às informações. É assim que fortalecemos nossa unidade institucional: pensando juntos, atuando com estratégia e respeitando sempre a independência funcional de cada um”, finaliza Taiana Dionello.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Promotores de Justiça destacam provas e dinâmica do crime em júri

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Com foco na reconstrução da dinâmica do crime e na participação atribuída a cada acusado, os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins conduziram, na manhã desta terça-feira (29), a primeira fase da instrução do júri que julga os denunciados pelo homicídio do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá.Durante a oitiva da primeira testemunha de acusação, o delegado da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Nilson André Farias de Oliveira, responsável pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil, os representantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) buscaram detalhar aos jurados os elementos levantados ao longo da apuração do caso.Os questionamentos concentraram-se na dinâmica da execução do crime, no planejamento da ação criminosa e nos indícios que embasaram o oferecimento da denúncia contra os três réus levados a julgamento.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva é apontado como autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Já Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no homicídio. Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, por sua vez, é acusado de integrar a ação criminosa.Segundo o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins, a instrução em plenário tem o objetivo de apresentar aos jurados as provas produzidas durante a investigação e ao longo da tramitação processual, permitindo a análise do conjunto de elementos que embasam a acusação.O promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou que o julgamento desta terça-feira está restrito à apuração da responsabilidade dos denunciados apontados como executores e participantes diretos da empreitada criminosa.A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também atua na acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Samuel Frungilo informou ainda que permanece em andamento uma investigação complementar para apurar a eventual participação de outros mandantes no homicídio. Conforme as investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal, o casal Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo é apontado como mandante do crime, sem prejuízo da continuidade das apurações acerca de possíveis envolvidos.Fotos:Josi Dias/TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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