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Primeira edição de 2026 do MP Sem Mistério será nesta quinta (12)

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realiza, na próxima quinta-feira (12), a primeira edição de 2026 do projeto “Ministério Público sem Mistério”, iniciativa promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional. A atividade ocorre das 14h às 17h no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, reunindo acadêmicos do curso de Direito do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) e Faculdade Católica de MT (Unifacc).Criado para aproximar o Ministério Público da comunidade acadêmica, o projeto permite que estudantes conheçam de forma mais aprofundada o papel constitucional da instituição, suas áreas de atuação e sua estrutura. A proposta é contribuir para a formação de futuros profissionais do Direito, fortalecendo o diálogo entre o MPMT e as instituições de ensino superior.A abertura do encontro será conduzida pelo promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, coordenador do Ceaf. Em seguida, os participantes acompanharão uma programação composta por exposições de membros do MPMT sobre temas relacionados ao funcionamento institucional e às frentes de atuação do órgão.Entre os palestrantes desta edição estão o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Procuradoria Especializada da Defesa da Criança e do Adolescente; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert; e o promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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