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Programa MPMT Sustentável viabiliza distribuição de lixeiras seletivas

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Lixeiras seletivas do programa MPMT Sustentável foram distribuídas em pontos estratégicos na Procuradoria-Geral de Justiça e na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. A iniciativa visa estimular o armazenamento correto dos resíduos. Tem lixeira exclusiva para pilhas, aerossol, plástico, metal, vidro, papel e compostagem.

Nesta terça-feira (20), aproximadamente 60 colaboradores terceirizados, responsáveis pela limpeza e manutenção nos dois prédios, participaram de um momento de sensibilização. Durante o encontro, além de receber orientações sobre a forma correta de armazenar os resíduos, os participantes foram estimulados a refletir sobre a importância de atitudes sustentáveis.

As explanações foram realizadas pela bióloga Claudineia Lizieri dos Santos, que atua na Subprocuradoria-Geral de Justiça de Planejamento e Gestão, e pelos representantes das empresas Origem Compostagem Orgânica,Yasmin  Rojas Fonseca, e da Nature Ambiental, Lucas Ferreira Keunecke. Ambas possuem contrato com o MPMT para a efetivação da coleta dos resíduos.

Embalagens, isopor, latas e garrafas de refrigerante, potes de alimentos e sacos plásticos fazem parte do material reciclável. Lembre-se, no entanto, que todos esses itens não devem conter nenhum tipo de resíduo orgânico.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Novas leis reforçam rede de proteção às mulheres em Sapezal

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A Promotoria de Justiça de Sapezal (500 km de Cuiabá) comemorou a sanção de duas leis municipais voltadas à proteção, ao acolhimento e à promoção dos direitos das mulheres. As novas normas representam um importante avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero e reforçam o compromisso do município com a construção de uma rede de proteção cada vez mais efetiva.
Em comemoração ao Agosto Lilás e aos 20 (vinte) anos da Lei Maria da Penha, as leis foram sancionadas na sexta-feira (28) e são resultado da atuação conjunta da Rede Municipal de Proteção à Mulher, formada por instituições e profissionais que trabalham na promoção dos direitos femininos e no combate à violência contra as mulheres.
Uma das normas institui o Organismo de Políticas Públicas para Mulheres (OPM), estrutura que terá a missão de fortalecer a formulação, a coordenação e a execução de ações voltadas às mulheres de Sapezal. A iniciativa busca ampliar a integração entre os diversos órgãos públicos e garantir maior efetividade às políticas de promoção da igualdade de gênero, proteção e cidadania.
A segunda lei estabelece medidas de auxílio e proteção a mulheres em situação de risco ou vítimas de assédio em estabelecimentos comerciais do município. A proposta prevê mecanismos de acolhimento, respeito, empatia e apoio, contribuindo para que mulheres que enfrentem situações de violência ou constrangimento possam receber assistência de forma rápida e segura.
Para a Promotoria de Justiça, a aprovação do pacote legislativo representa um marco histórico para o município e demonstra o compromisso das instituições locais com a prevenção da violência e a defesa dos direitos das mulheres. As novas normas ampliam os instrumentos de proteção disponíveis e fortalecem a atuação integrada da rede de atendimento.
O fortalecimento dessas iniciativas é especialmente relevante diante do cenário estadual, onde Mato Grosso ocupa o primeiro lugar em feminicídios. Dados do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso, apontam que até 30 de junho de 2025 foram registrados 28 feminicídios no estado, sendo que mais de 70% dos crimes ocorreram dentro das residências das vítimas.
Os levantamentos também mostram que, na maioria dos casos, os autores mantinham ou mantiveram relacionamento afetivo com as mulheres assassinadas, evidenciando que a violência doméstica continua sendo uma das principais ameaças à vida das mulheres mato-grossenses.
Diante dessa realidade, a criação e o fortalecimento de políticas públicas municipais voltadas à prevenção, acolhimento e proteção das vítimas tornam-se ferramentas fundamentais para enfrentar a violência de gênero e promover uma cultura de respeito e garantia dos direitos das mulheres.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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