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Projeto de enfrentamento à fome chega à aldeia indígena em Canarana

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O projeto Cibus – Você tem fome de quê?, desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso,  chegou à Aldeia Wamariwê, no município de Canarana, distante 649 km  de Cuiabá. Aproximadamente 160 indígenas da etnia Xavante já iniciaram os preparativos para o plantio e manejo das hortaliças. Além da aldeia, 29 unidades de ensino foram contempladas com hortas do projeto.

A chegada dos insumos na aldeia foi comemorada por adultos e crianças. Foram entregues baldes, bandeja de germinação, luvas de borracha, pás, regadores, tesoura de poda, rastelo, mangueira, carrinho de mão, substrato de plantio, sementes, calcário, entre outros itens. 

A coordenadora do projeto Cibus, promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima, acompanhou a entrega dos insumos e adiantou que os canteiros já foram preparados. “Ao que tudo indica, em 20 dias teremos mudas nas bandejas e em 50 dias a horta já estará produzindo. Todos estão cheios de expectativas e animados com o projeto”, afirmou a promotora de Justiça. 

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Idealizado pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Segurança Alimentar, o “Cibus – Você tem fome de quê?  prevê várias ações com intuito de fomentar a implementação de mecanismos que visam garantir o efetivo acesso à alimentação adequada e de qualidade à população.

Entre as medidas previstas, estão a articulação com o Estado para a efetivação da Política de Segurança Alimentar, implantação de hortas nas instituições de ensino da rede pública de educação, como forma de incentivar a produção e o consumo de alimentos de qualidade, produção de vídeo educativo para alunos da rede pública de ensino, entre outras.
 

Fonte: MP MT

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MPMT promove alinhamento estratégico da rede de proteção em Juara

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A Promotoria de Justiça Cível de Juara (a 709 km de Cuiabá) promoveu, na quinta-feira (17), uma reunião de alinhamento com instituições que integram a rede de proteção à infância e à juventude do município. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a atuação estratégica e integrada dos órgãos responsáveis pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes, com a definição de diretrizes voltadas ao aprimoramento dos fluxos de atendimento e à delimitação mais clara das atribuições de cada instituição.Coordenado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o encontro foi realizado na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e reuniu representantes do Poder Judiciário, da Secretaria Municipal de Assistência Social, do Creas, da Casa de Passagem Francisca Isaura, do Conselho Tutelar e do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), órgãos que compõem a rede de proteção no município.Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados ao funcionamento da rede, com destaque para a necessidade de aperfeiçoar a comunicação entre os serviços, consolidar fluxos de atendimento mais eficientes e definir com maior precisão as responsabilidades de cada órgão. Também foi ressaltada a importância da articulação permanente entre as instituições para garantir respostas mais ágeis e eficazes às demandas envolvendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade ou com direitos violados.Outro tema abordado foi o fortalecimento dos procedimentos relacionados à Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente (Ficai) e à busca ativa escolar, ferramentas consideradas estratégicas para o enfrentamento da evasão e da infrequência escolar. A proposta é ampliar a capacidade de identificação precoce de situações de risco e assegurar a adoção das medidas necessárias para a permanência dos estudantes no ambiente educacional.Na ocasião, o Ministério Público informou que passará a realizar acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela rede de proteção, por meio de avaliações periódicas sobre o cumprimento das atribuições institucionais e a efetividade dos atendimentos prestados. A medida permitirá identificar desafios, corrigir eventuais falhas de comunicação e promover melhorias contínuas nos fluxos de trabalho e na integração entre os órgãos.A qualificação permanente dos profissionais que atuam diretamente no atendimento de crianças e adolescentes também foi apontada como prioridade. Nesse contexto, foi destacada a importância da participação contínua de conselheiros tutelares, equipes do Creas e demais serviços especializados em atividades de capacitação e atualização técnica.No fim do encontro, ficou definida a adoção de medidas permanentes para o aperfeiçoamento e a formalização dos fluxos de atendimento, incluindo a elaboração de fluxogramas que orientem os encaminhamentos e estabeleçam de forma objetiva as responsabilidades de cada instituição integrante da rede de proteção.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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