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Promotora de Justiça debate enfrentamento ao trabalho infantil

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A promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower, titular da 4ª Promotoria de Justiça Cível de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), participou, na manhã desta sexta-feira (12), da mesa temática “Linhas Invisíveis: O papel da articulação em rede no diagnóstico e superação do trabalho infantil”. O encontro foi realizado no Auditório do Paço Municipal, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.Promovido pela Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, o evento também reuniu representantes das áreas de Assistência Social, Saúde e Educação, além de integrantes do Conselho Tutelar e do Ministério Público do Trabalho (MPT). O objetivo foi discutir novas diretrizes para o enfrentamento do trabalho infantil e alinhar estratégias de atuação integrada entre os órgãos da rede de proteção.Durante a mesa de debates, a promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower destacou a importância da articulação intersetorial para identificar e enfrentar situações que, muitas vezes, permanecem invisíveis. A discussão abordou a necessidade de aprimorar os mecanismos de diagnóstico e de fortalecer políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. A integrante do MPMT dividiu a mesa com a secretária Municipal de Promoção e Assistência Social, Fabiana Rizati, o procurador do Trabalho Pedro Henrique Godinho Faccioli, do MPT de Rondonópolis, e o do conselheiro tutelar Marcos William Lopes Sebastião.(Com informações da Prefeitura de Rondonópolis)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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