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Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica traça ações para 2023

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Com o objetivo de avaliar o trabalho desenvolvido no ano passado e planejar as ações para 2023, integrantes da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra Mulheres de Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento se reuniram na última sexta-feira (10), no auditório do Núcleo de Práticas Jurídicas do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag). No encontro, ficou deliberado que as reuniões da Rede serão realizadas a cada três meses, de maneira a estreitar as relações e garantir maior efetividade ao trabalho desenvolvido.

Na primeira reunião do ano ficou acertada também a criação de quatro Grupos de Trabalho (GTs): Eixo de Atenção; Eixo de Prevenção; Eixo de Responsabilização; Eixo de Educação Permanente e Pesquisa. Os encontros dos GTs foram agendados para os meses de fevereiro e março.

Estiveram presentes na reunião o promotor de Justiça Marcelo Lucindo Araújo, servidoras do Núcleo de Serviço Social das Promotorias de Justiça de Várzea Grande e representantes do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, Prefeitura Municipal de Várzea Grande (Secretarias de Assistência Social, Defesa Social e Saúde), Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Livramento (Secretaria Municipal de Assistência Social), do Núcleo de Práticas Jurídicas do Univag, da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Várzea Grande, Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso, Ordem dos Advogados do Brasil-VG, Organização da Sociedade Civil Lírios e Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ).

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Fonte: MP MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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