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Workshop sobre como lidar com a ansiedade abre programação de campanha

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A programação da campanha “MP+Seguro” teve início nesta quinta-feira (01) com um workshop sobre como lidar com a ansiedade, realizado no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, em Cuiabá. Cerca de 30 pessoas, integrantes do Centro de Apoio Operacional do Conhecimento e Segurança da Informação e Gabinete de Segurança Institucional (CSI/GSI), tiveram acesso a técnicas de respiração e meditação que poderão ajudar a aliviar o estresse diário.

“Trabalhamos técnicas e ferramentas simples que podem ser utilizadas no dia a dia, principalmente por pessoas que trabalham com muita tensão. Falamos sobre o que é a ansiedade e também como aliviá-la em menos de três minutos”, explicou a terapeuta e facilitadora do workshop, Luciana Cervelin.

O perito criminal Rubens Okada, integrante da equipe do CSI, destacou a importância do evento. “A escolha desse tema foi muito acertada. Ninguém é capaz de escapar desse sentimento de ansiedade, seja em menor ou maior grau. Achei a discussão super relevante, pois precisamos cuidar também dessa parte mental. Na rotina intensa do dia a dia dificilmente paramos para pensar nas coisas simples da vida e esse momento proporcionou a todos os participantes a oportunidade de voltar e reavaliar as prioridades da vida”, destacou.

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O coordenador do CSI/GSI, promotor de Justiça Mauro Zaque, destacou que tem buscado promover discussões sobre temas que não dizem respeito diretamente à atuação da equipe, mas que influenciam diretamente. “No início do ano, trouxemos uma palestra sobre os sinais de alerta da depressão e agora abordamos aspectos relacionados à ansiedade. Iniciamos a campanha do MP + Seguro com o pé direito, priorizando a saúde mental”, ressaltou. (Com apoio de Vanessa Magalhães da SM Digital Assessoria em Marketing)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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