Uma carga de 329 tabletes de maconha e diversos materiais furtados de uma loja de agropecuária em Várzea Grande foram apreendidos pela Polícia Civil, na madrugada desta quinta-feira (15.4), durante ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG), para apurar o crime de furto qualificado.
Um homem, flagrado com a grande quantidade de entorpecente e com o veículo utilizado no crime, foi autuado em flagrante pelos crimes de furto qualificado, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Na ação também foi possível identificar, por meio das imagens de câmeras de segurança da loja, o segundo envolvido no furto, que continua procurado pela Polícia.
A droga apreendida está avaliada em mais de R$ 1 milhão e os materiais recuperados da empresa tem valor estimado de mais de R$ 100 mil.
As diligências que levaram à prisão do suspeito e na apreensão dos materiais ilícitos, iniciaram após os policiais da Derf receberem informações sobre um furto qualificado ocorrido em uma loja de produtos agropecuários, localizada no bairro Jardim Glória II, em que foram subtraídas diversas ferramentas, equipamentos e produtos da empresa.
Durante as investigações os policiais conseguiram identificar um dos veículos utilizados na prática criminosa, localizado em uma residência no bairro da Manga, em Várzea Grande. No local, os policiais encontraram um dos envolvidos no furto, que ao perceber a presença da Polícia, tentou fugir, pulando o muro, porém foi detido.
Em buscas no interior da residência, os policiais encontraram os 329 tabletes de maconha, além de algumas ferramentas e produtos furtados da empresa. Após a prisão do suspeito, os policiais seguiram para outra residência, que estaria sendo utilizada pelos suspeitos para armazenar os objetos subtraídos da loja, sendo encontrado no local, a maior parte dos materiais subtraídos da empresa.
Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Derf de Várzea Grande. Após ser interrogado pelo delegado Sérgio Luís Henrique de Almeida, o homem foi autuado em flagrante por furto qualificado, tráfico de drogas e associação para o tráfico. O delegado representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, sendo posteriormente o suspeito encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.
O material subtraído da loja foi restituído à vítima. A droga foi encaminhada para a perícia e o procedimento encaminhado para a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos para continuidade das investigações.
Em relação ao furto na empresa, as investigações seguem em andamento para prender outros envolvidos no crime.
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).
As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.
Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.
A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.
Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.
A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.
A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.
O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.
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