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Polícia Civil esclarece furto de 14 celulares em loja de departamento e prende dois envolvidos

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças esclareceu o furto de telefones celulares de uma loja de departamentos, em um shopping center da cidade, e prendeu dois envolvidos no crime. A investigação apurou o envolvimento de cinco pessoas, todas de nacionalidade colombiana.

A Derf concluiu as investigações com a prisão dos últimos dois envolvidos no furto dos telefones, após serem localizados no estado de Santa Catarina, nesta quarta-feira (03.05).

As investigações tiveram início em novembro do ano passado, quando a Polícia Civil recebeu a comunicação sobre a subtração de 14 aparelhos de telefones celulares nas Lojas Americanas.

Uma funcionária da empresa informou que foi distraída no balcão de atendimento por uma mulher de sotaque estrangeiro, enquanto outra observava os telefones expostos. As duas haviam chegado juntos.

Depois que elas saíram do local, a funcionária percebeu a falta dos telefones que estavam no expositor e registrou a ocorrência.

Por meio de circuitos de câmeras de segurança foi possível identificar cinco pessoas envolvidas no crime, todas utilizando o mesmo veículo.

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A Delegacia de Roubos e Furtos de Barra do Garças apurou que crimes semelhantes ocorreram nas cidades de Campo Verde e Primavera do Leste, onde os suspeitos já haviam sido detidos por tentativa de furto em estabelecimento comercial.

Com a divulgação nacional dos mandados de prisões e características do veículo utilizado, três investigados foram presos em dezembro passado, após abordagem pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Querluz, no interior de São Paulo. Com eles foram recuperados três telefones furtados.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil autua homem em flagrante por homofobia, ameaça e perseguição em Cuiabá

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Um homem que vinha ameaçando de morte e perseguindo um vizinho, em razão da sua orientação sexual, foi preso em flagrante em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, na noite de domingo (8.6), em Cuiabá.

O suspeito, de 39 anos, foi conduzido à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde, após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça, perseguição e homofobia.

A prisão ocorreu após a equipe da Polícia Militar ser acionada para atendimento de uma denúncia no bairro CPA III. No local, a vítima relatou que vinha sofrendo, há vários dias, ameaças de morte e ofensas motivadas por sua orientação sexual, além de atos de intimidação praticados pelo suspeito.

Segundo as informações apuradas, além de proferir expressões pejorativas de cunho homofóbico, o investigado chegou a impedir a saída da vítima da residência, intensificando o temor por sua integridade física. A vítima informou ainda possuir gravações em áudio contendo as ameaças feitas pelo vizinho.

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Diante da situação de flagrante, o suspeito foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde em análise dos fatos, o delegado Vinicius de Assis Nazário entendeu que a conduta não se restringia aos crimes de ameaça e perseguição, sendo caracterizada também a prática de discriminação em razão da orientação sexual da vítima, configurando o crime previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89.

“Conforme entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), atos de homofobia e transfobia são equiparados ao crime de racismo, em razão da omissão legislativa, sendo aplicadas as disposições da Lei de Racismo (Lei nº 7.716/89)”, explicou o delegado.

Diante dos elementos colhidos, o delegado lavrou a prisão em flagrante do suspeito pelos crimes de homofobia, ameaça e perseguição, todos em concurso material. Em razão da soma das penas máximas previstas para os delitos ultrapassarem o limite legal para arbitramento de fiança, o investigado permaneceu preso, sendo colocado à disposição da Justiça.

O delegado destacou que a Polícia Civil de Mato Grosso tem atuado de forma firme no enfrentamento aos crimes motivados por preconceito e discriminação.

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“A discriminação em razão da orientação sexual da vítima torna a conduta mais grave e não pode ser tratada como simples injúria. A Polícia Civil está atenta para garantir a correta tipificação desses crimes e assegurar a proteção das vítimas”, ressaltou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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