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Polícia Civil prende no norte de MT homem condenado por abusar de alunos de escolinha de futebol

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Um homem investigado pela Polícia Civil pelo crime de estupro de vulnerável praticado contra crianças e adolescentes que frequentavam uma escolinha de futebol, em Cuiabá, foi preso nesta sexta-feira (09.02), na zona rural de Nova Ubiratã.

C.B.A., de 36 anos, teve a prisão definitiva decretada pela 14a Vara Criminal de Cuiabá, em dezembro do ano passado, após sentença que o condenou a 16 anos e quatro meses de reclusão.

Após levantamentos investigativos, a equipe policial da Delegacia de Sorriso o localizou em uma fazenda, na zona rural de Nova Ubiratã. Após o cumprimento do mandado, ele será encaminhado à unidade prisional de Sorriso.

Investigação

Em 2018, a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá instaurou inquérito após a mãe de uma das vítimas relatar abusos sexuais praticados pelo pelo professor da escolinha de futebol que atendia estudantes dos bairros Dr. Fábio, Três Barras e Novo Horizonte. A escolinha atendia dezenas de crianças e adolescentes, do sexo masculino, com idades entre 8 a 16 anos.

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As investigações evoluíram e duas mães de outras vítimas, todas de 14 anos, denunciaram que seus filhos também tinham sofrido abuso sexual pelo professor.

Os dois adolescentes passaram por exame de corpo delito e por atendimento da equipe psicossocial ficou confirmado que sofreram estupro. Um dos meninos foi abusado sexualmente quando retornou de uma viagem da escolinha.

A mãe contou que o filho viajou para o Rio de Janeiro e Goiás para participar de testes de seleção e, durante a viagem, foi abusado sexualmente pelo professor. A mãe informou que os abusos ocorreram outras vezes, assim como ocorreu com outro garoto de 14 anos, amigo do filho, que teria sido abusado durante uma viagem a Curitiba (PR). O suspeito ainda teria feito o garoto tomar um medicamento e usar um gel na virilha alegando que era para melhorar o rendimento físico.

Segundo a apuração, o professor praticava os abusos durante viagens com os alunos, em hotéis onde ficavam hospedados. No celular dele, apreendido após sua prisão durante a fase do inquérito, foram encontradas dezenas de imagens de adolescentes em cenas de nudez e de sexo.

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A investigação da Deddica identificou 11 vítimas, com idades entre 10 e 16 anos, que confirmaram abusos praticados pelo acusado.

A Polícia Civil identificou outra vítima no município de Nossa Senhora do Livramento e as investigações apontaram que ele também agiu na cidade de Sorriso, antes de vir para Cuiabá.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de ataques virtuais contra moradores, servidores e políticos de Mirassol D’Oeste

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.

As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.

Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.

As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.

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Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.

“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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