Policiais militares da Força Tática do 8º Batalhão prenderam, nesta sexta-feira (25.03), cinco homens, de 18 a 23 anos, por formação de quadrilha, tráfico ilícito de entorpecentes, porte ilegal de arma de fogo e direção perigosa, no município de Alta Floresta (790 km de Cuiabá). ;
Com os suspeitos, os policiais apreenderam 37 porções de cocaína, 13 porções de maconha, um revólver e R$ 1.044 em espécie, além de diversas embalagens para comercialização dos entorpecentes. ;
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Conforme informações do boletim de ocorrência, a equipe de Força Tática fazia patrulhamento de rotina na Avenida Júlio de Campos, quando dois homens em uma motocicleta Honda CG vermelha sem placa passaram em atitude suspeita. ;
Ao perceber a presença da polícia, o condutor fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial, e o carona arremessou uma embalagem na avenida.
Já no cruzamento das ruas A3 com C4, o piloto perdeu o controle da direção e bateu contra um meio fio. A dupla continuou a fuga a pé, sendo detida em seguida. ;
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Com um dos suspeitos foram apreendidos mais de mil reais e uma porção de maconha. As equipes identificaram que a embalagem dispensada pelo comparsa se tratava de uma outra porção de maconha. ;
Questionados quanto aos entorpecentes, eles confessaram que estariam fazendo a entrega das drogas e apontaram o endereço de onde havia mais produtos ilícitos e outros suspeitos. ;
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Imediatamente, as equipes saíram em diligência e encontraram outros três integrantes da quadrilha na casa, que foram presos em flagrante. ;
No local, os militares encontraram diversas porções de maconha, cocaína, munições, uma arma de fogo, cadernos com anotações e vários pacotes para embalagem das drogas.
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Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia ; ; ; ;
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).
O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.
“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.
A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.
“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.
A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.
“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.
Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.
“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.
Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.
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