POLÍCIA

Polícia Militar prende dois faccionados e apreende arma de fogo e drogas em Peixoto de Azevedo

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Policiais militares do 22º Batalhão prenderam dois homens integrantes de facção criminosa, ambos de 23 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na madrugada deste sábado (21.6), em Peixoto de Azevedo. Com a dupla, a PM apreendeu uma pistola, munições e porções de pasta base de cocaína.

Durante patrulhamento urbano, por volta de 02h, a equipe do 22º BPM encontrou um veículo Renault Oroch de transporte por aplicativo, que realizou uma freada brusca em uma rua, ao ver a presença das viaturas policiais.

Diante da suspeita, imediatamente os policiais iniciaram abordagem ao carro e encontraram como passageiro o suspeito, de 23 anos, que foi identificado como integrante de facção criminosa e com passagens criminais pelo 22º BPM. O motorista de aplicativo não apresentava nada irregular e foi liberado.

Já com o suspeito, os militares localizaram uma pistola de calibre .40 com 10 munições intactas.

Questionado sobre a procedência da arma, ele não se pronunciou, mas revelou aos policiais a localização de um segundo faccionado, que estava envolvido em ataques contra membros de facções rivais.

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A equipe do 22º BPM se deslocou até o endereço informado, uma região de chácaras, e abordaram o segundo suspeito. Com ele, a PM encontrou mais cinco munições de calibre .40 e porções de pasta base de cocaína. Também no local os policiais apreenderam uma motocicleta Honda CG Titan azul, que havia sido utilizada em outros crimes.

Diante da situação, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação contra quadrilha envolvida com o tráfico de drogas em Cuiabá

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Sangria, com o objetivo de desarticular uma quadrilha responsável pelo abastecimento e distribuição de drogas em Cuiabá.

A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com apoio das Delegacias Especializadas de em Crimes Fazendários e de Meio Ambiente (Dema), para cumprimento de 24 ordens judiciais, expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), entre mandados de prisão preventiva (8), busca e apreensão domiciliar (8) e bloqueio de contas bancárias (8), limitado a até R$ 300 mil por investigado.

A investigação, conduzida ao longo de vários meses pela Denarc, identificou um grupo que responsável pelo fornecimento de drogas para diversos pontos de comercialização no município.

As apurações tiveram como principal base a análise pericial de aparelhos celulares apreendidos em ações anteriores. O conteúdo extraído revelou a estrutura do grupo criminoso, permitindo identificar lideranças, distribuidores, revendedores, transportadores e responsáveis pela movimentação financeira.

As investigações também demonstraram que os integrantes negociavam diariamente a comercialização de entorpecentes, o abastecimento de pontos de venda, a arrecadação dos valores obtidos com o tráfico e a prestação de contas entre os membros da organização.

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Além da ampla rede de distribuição de drogas, foi constatada intensa movimentação financeira por meio de contas bancárias e chaves pix registradas em nome de terceiros, utilizadas para ocultar a origem ilícita dos recursos e dificultar o rastreamento patrimonial. Esse contexto fundamentou o pedido judicial de bloqueio dos ativos financeiros dos investigados.

Nome da Operação

O nome “Sangria” faz referência justamente à estratégia de descapitalização da organização criminosa. Além da responsabilização criminal de seus integrantes, a operação busca retirar o principal combustível da atividade ilícita: o patrimônio obtido com o tráfico de drogas. O bloqueio judicial de contas bancárias representa uma verdadeira “sangria” financeira, reduzindo significativamente a capacidade operacional do grupo para adquirir novas cargas de entorpecentes, remunerar comparsas e manter a estrutura criminosa em funcionamento.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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