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Assembleia Social participa de 44 eventos na Semana das Crianças

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Foto: Luiz Marchetti / Assembleia Social

A semana do Dia das Crianças e do feriado católico em homenagem à Nossa Senhora Aparecida foi bastante intensa para a Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Assembleia Social). Foram promovidos 44 eventos entre os dias 9 e 15 de outubro, considerando iniciativas da própria Assembleia Social, parcerias e apoios.

Só de festividades de Dia das Crianças, houve 25. Como apoiadora, a Assembleia Social contribuiu com a estrutura dos eventos. As comemorações para a criançada reuniram brincadeiras, lanche, pula-pula e presentes. A ação elaborada diretamente pela superintendência ocorreu no domingo (15), no Residencial Ilza Terezinha – região periférica de Cuiabá, com a participação de mais de 300 crianças.

Lá no Ilza Terezinha, além da estrutura física, houve brincadeiras com palhaços da ong Voluntários da Alegria, cachorro-quente, refrigerante, picolé, geladinho, pula-pula, atendimentos como pintura facial e distribuição de kits de literatura infantil, brinquedos e doces.

Os irmãos Kenned Davi da Silva Gonçalves, de 10 anos, e Athos Samuel da Silva Gonçalves, de 5 anos, estavam com fantasias iguais, de Super Man, para entrar no clima da manhã festiva. Eles já tinham chupado picolé, aguardavam a vez no pula-pula e estavam ansiosos pela distribuição de presentes.

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Eloah Gabrielle Costa Lira, de 5 anos, aproveitou a tiara de Mulher Maravilha que havia feito na escola para ficar toda super poderosa na festinha. Pintou a unha, se maquiou, brincou no pula-pula e estava se preparando para entrar na fila para o kit literário. “Eu estou gostando muito”, comentou.

Outro evento realizado pela Assembleia Social, desta vez em parceria com a Academia Medley e com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, foi a edição “Sábado na Piscina – especial Dia das Crianças”, no dia 14. A iniciativa prevê ensinar a nadar com vistas na prevenção de acidentes e de afogamentos.

Além das festividades apoiadas com infraestrutura, outras 38 instituições filantrópicas receberam brinquedos para compor as celebrações organizadas por elas em diversos municípios mato-grossenses e em bairros periféricos da Grande Cuiabá. Em quantidade variável, de acordo com a demanda, foram distribuídos 4.480 presentes.

Nesta semana, entre 16 e 22 de outubro, ainda haverá cinco eventos para as crianças, sendo quatro com apoio da Assembleia Social e um com realização própria. 

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“O mês de outubro é um dos períodos mais intensos para a Assembleia Social. Sempre buscamos atender o maior número de instituições filantrópicas, porque a alegria das crianças é nossa prioridade. Mas, desta vez, ficamos realmente muito envolvidos. Entre entrega de brinquedos e apoios, estivemos em mais de 60 comunidades. Nosso coração está cheio”, contextualizou a superintendente de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT, Daniella Paula Oliveira.

Dia de Nossa Senhora Aparecida

Dentre os 44 eventos da semana da Assembleia Social, quatro celebravam a expressão cultural católica em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Os fiéis promoveram missas, procissões e festas de grande adesão comunitária. A Assembleia Social apoiou com estrutura física.

Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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