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Decoração natalina da Assembleia Legislativa é aberta ao público

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Os pequenos Ingrit Joice, Iasmin Lourraine e João Maicon Paulino dos Santos, de oito, seis e cinco anos, puderam ver de perto e em primeira mão a decoração de Natal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), lançada na noite desta quarta-feira (6), em Cuiabá. Os três irmãos ficaram encantados com a dimensão do presépio, com os animais se movimentando e, principalmente, com a casa do Papai Noel. Os itens compõem o Natal do Amor, evento realizado pela ALMT e que estará aberto ao público até o dia 6 de janeiro, das 19h às 23h, todos os dias da semana.

A iniciativa da ALMT foi proporcionar à população uma decoração natalina que encantasse aos olhos e emocionasse o coração.  São cinco cenários que resgatam toda a simbologia do nascimento de Jesus Cristo e também do Papai Noel, o chamado bom velhinho incumbido de presentear nesta época. 

Além das tradicionais mensagens de amor e paz, a decoração também traz elementos que provocam os visitantes a pensar sobre a sustentabilidade ambiental e sobre a solidariedade, com a arrecadação de brinquedos para crianças em situação de vulnerabilidade econômica.

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União) destacou a importância de proporcionar às pessoas uma experiência de alegria e beleza e, ao mesmo tempo, de solidariedade. “A Assembleia é a casa do povo. Depois de tempos difíceis, é um prazer poder trazer essa alegria para as pessoas e ainda convidar a todos a doarem brinquedos para as crianças mais carentes”.

A deputada Janaína Riva (MDB) fez questão de visitar todos os cenários e convidou a população para que participem do evento. “A Assembleia está linda para receber nossos visitantes, da capital e do interior, para conhecer o presépio, a história do nascimento de Jesus. Depois de tanto sofrimento com a pandemia, tantas perdas, é uma oportunidade de retomar uma tradição”.

Foto: Ronaldo Mazza

Para o deputado Beto Dois a Um (PSB), a decoração de Natal é mais um instrumento que busca conectar a Assembleia com a população, um canal a mais para trazer os cidadãos para perto do Poder Legislativo, que é o Poder do povo.

O Natal do Amor foi organizado pela produtora cultural Carlina Jacob. Ela destacou que a preocupação foi reconstruir espaços encantados, que falassem de fé, de beleza, de amor e também de sustentabilidade. “A gente trouxe os animais, os cenários que contam a história de Jesus, assim como questões relacionadas ao aquecimento global, para que cada um reflita sobre seus hábitos e como isso pode impactar na vida do planeta”.

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O Natal do Amor está instalado na área externa da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e a visitação está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 19h às 23h, e nos finais de semana também durante o dia. O estacionamento dos servidores, na frente do Teatro Zulmira Canavarros, também ficará disponível aos visitantes. 

A doação de brinquedos não é obrigatória, mas poderá proporcionar uma experiência mais feliz às crianças em situação de vulnerabilidade econômica e social.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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