Política MT

Dilmar Dal Bosco defende criação de Sítio Pesqueiro e destaca impactos positivos

Publicado em

O deputado estadual, Dilmar Dal Bosco (União), participou, na manhã desta quarta-feira (7), de uma reunião com empresários e representantes da pesca esportiva para debater a criação do sítio pesqueiro no município de Sinop. A iniciativa, segundo o parlamentar, é um projeto antigo que está cada vez mais perto de se concretizar e irá atender toda a região.

“Essa é uma luta que abraço há tempos, junto com o prefeito Roberto Dorner e o secretário Pedro Serafini. Estamos avançando e muito confiantes de que Sinop terá esse espaço que vai valorizar o potencial não só de Sinop, mas de toda nossa região norte”, afirmou Dilmar.

A proposta do sítio pesqueiro visa transformar áreas estratégicas do município em pontos regulamentados e estruturados para a prática da pesca esportiva, respeitando as normas ambientais e promovendo o turismo sustentável. “Falta apenas um empurrão para Sinop se consolidar como destino turístico e de pesca esportiva. Isso vai atrair turistas, gerar renda, fortalecer o comércio e criar novas oportunidades”, destacou o deputado.

Leia Também:  O presente e o futuro da economia de Mato Grosso

Dilmar enfatizou ainda que o projeto tem grande potencial para movimentar diversos setores da economia local. “Imagina só o impacto positivo: hotéis mais cheios, restaurantes recebendo mais clientes, lojas de pesca vendendo mais equipamentos. Tudo isso representa empregos, geração de renda e crescimento para Sinop. É uma cadeia que se retroalimenta, e nós queremos preparar a cidade para isso”, disse.

A reunião contou com a presença de lideranças que acompanham de perto o desenvolvimento do setor, como Marcos Backmann, Marcos Glueck e Cleomir Seolatto, empresários e incentivadores da pesca esportiva em Mato Grosso. “São pessoas que conhecem o segmento, que já vivem esse mercado e que vieram somar com ideias e sugestões. Esse diálogo com quem está no dia a dia da pesca é fundamental para que o sítio nasça com estrutura, segurança e organização”, reforçou o parlamentar.

Por fim, Dilmar Dal Bosco reiterou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável de Sinop, também comentou que outros municípios devem ser contemplados e se colocou à disposição para continuar articulando junto ao Governo do Estado os próximos passos para a implantação do projeto. “Estou confiante. Temos o prefeito Roberto Dorner comprometido, o secretário Pedrinho Serafini, que entende do assunto, e empresários dispostos a ajudar. O que depender de mim, vamos seguir trabalhando firme para que esse sítio pesqueiro seja uma realidade em breve”, concluiu.

Leia Também:  Audiência pública em Sinop debate o futuro da agricultura familiar e o bem viver no campo

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

Published

on

O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

Leia Também:  Deputados aprovam PLC que altera Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público

Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

Leia Também:  ALMT reconhece empreendedoras e profissionais da BPW Cuiabá

“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA