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Max Russi homenageia desembargadora Maria Aparecida Ribeiro com a Comenda Filinto Müller

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Nesta sexta-feira (25), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, concedeu à desembargadora Maria Aparecida Ribeiro a Comenda Senador Filinto Müller, a mais alta honraria do Parlamento estadual. A homenagem ocorre em reconhecimento à sua trajetória exemplar no Judiciário, às vésperas de sua aposentadoria, marcada para o dia 8 de maio.

“É uma grande satisfação poder homenageá-la neste momento de despedida. Foram 40 anos de uma carreira marcada pela dedicação incansável à Justiça e ao nosso estado. Esta comenda é mais do que merecida. Sua história é um exemplo de ética, compromisso e contribuição para a sociedade mato-grossense”, destacou Max Russi.

Histórico – Natural de Santa Vitória (MG), Maria Aparecida Ribeiro atinge, neste ano, os 75 anos, idade limite para o exercício da magistratura. Dos seus 40 anos de atuação, 13 foram como desembargadora, período em que liderou importantes coordenadorias no Poder Judiciário.

Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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