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Mês de março terá serviços, capacitações e comemorações gratuitas promovidos pela Assembleia Social

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Foto: Karen Malagoli

Começa o mês de março e a Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Assembleia Social) já tem uma agenda cheia voltada para o mês da mulher, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8.

A programação já começa na próxima quarta-feira (6), com uma edição da Ação Assembleia Social voltada para o público feminino, no bairro Altos do São Gonçalo, em Cuiabá, com todos os serviços gratuitos. Lá será oferecida uma oficina de mesa posta (produção de materiais para decorar mesa de jantar) e atendimentos de maquiagem, esmaltação de unhas e medição de pressão arterial.

O dia 7 é voltado para as servidoras da ALMT, como forma de homenagem a todo o trabalho desenvolvido o ano todo. Haverá café da manhã, serviços de valorização da autoestima e palestras sobre temáticas como “Combate à Violência Contra a Mulher e Saúde Mental”. Essa ação é realizada em parceria com a Presidência da Casa de Leis.

A sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, merece festa! Será uma noite com muita música, atendimentos gratuitos (tranças de cabelo, maquiagem, design de sobrancelhas), além de orientações sobre prevenção ao câncer de mama, por meio da parceria com a Associação MTMamma. Trata-se de mais uma edição do Lambasamba Social, que dá destaque ao gênero brasileiro samba e o tão mato-grossense lambadão. Os shows serão comandados pelo grupo Raízes do Samba (com participação de Camila Oliver), pela cantora Simone Oliveira e pela banda de lambadão Ferraz.

“Nós temos ações sociais e culturais o ano todo, mas março é um dos meses que damos maior destaque, afinal de contas, é sempre importante empoderar mulheres, contribuir com políticas públicas voltadas para elas e reconhecer a importância delas para a construção da sociedade. Tem festa, mas também tem formação, serviços e muito acolhimento. E contamos com a presença de todas e nossas atividades”, convida a superintendente da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

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Nos dias seguintes, a superintendência promoverá mais quatro edições da Ação Assembleia Social, com serviços e palestras, em quatro municípios diferentes. Haverá também participação em eventos parceiros e a oferta de palestras sobre direitos da mulher, sobre oratória e outras temáticas voltadas para o público feminino.

Vale também destacar duas capacitações que começarão no dia 11 de março. A primeira é uma oficina que busca oferecer uma atividade profissional para mulheres, com foco na geração de renda e na independência financeira. É a D’Jombai, uma roda de conversa, de pertencimento, de vivência coletiva afrobrasileira, que inclui o ensinamento de técnicas de tranças afro, a ser ministrada pela facilitadora Diela. A primeira turma ocorre nas tardes dos dias 11 e 12, na Associação Comunitária do CPA 1 e as inscrições estão sendo feitas pelo whatsapp (65) 99331-0362 (Idaiany Moreno).

No mesmo dia, será a aula inaugural do curso de empreendedorismo feminino Visão 360º, que busca prospectar mulheres para se libertarem de comportamentos limitantes que dificultam seu crescimento no mercado e nas próprias vidas, ou seja, propõe uma transformação interna, para refletir nas ações comerciais.

O curso de quatro meses é oferecido nas tardes de segunda-feira, na Escola do Legislativo, na ALMT. A iniciativa é das professoras Cristhieli Viegas, Consuelo Alves e Elaine Pasdiora, em parceria com a Assembleia Social e com a Escola do Legislativo. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por este formulário: https://show.forms.app/form/65de534e4bfcc011df710873

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A agenda prevista é passível de alterações e inclusões, mas respeitará outro momento importante neste mês de março, a Páscoa, de relevância religiosa e cultural para o país.

Mais informações, pelo telefone da Assembleia Social: (65) 3313-6994.

Confira a agenda completa do mês da mulher:

6/3, às 18h – Ação Assembleia Social – Especial Mês das Mulheres. Local: Bairro Altos do São Gonçalo, em Cuiabá

7/3, a partir das 9h – Dia da Mulher para as servidoras. Local: ALMT

8/3, a partir das 18h – LambaSamba Social e atendimentos gratuitos. Entrada franca. Local: Praça Jaime Figueiredo, bairro Lixeira, em Cuiabá

9/3, às 9h – Ação Assembleia Social – Especial Mês das Mulheres. Local: Jardim Nossa Senhora Aparecida, em Cuiabá

9/3, às 9h – Palestra sobre Direitos da Mulher. Local: Distrito de Bocaiuval, em Santo Antônio do Leverger

10/3, às 9h – Serviços e palestra no evento do Instituto Psicossocial Renascer do Autismo (IPRA), em Cuiabá

11/3, às 14h – Aula inaugural do curso Visão 360º. Local: Escola do Legislativo, na ALMT

11 e 12/3, às 13h – Oficina de Tranças Afro (D’Jombai). Local: Centro Comunitário do CPA 1, em Cuiabá

13/3, às 15h – Ação Assembleia Social – Especial Mês das Mulheres. Local: Nova Xavantina

14/3, às 8h – Ação Assembleia Social – Especial Mês das Mulheres. Local: Araguaiana

14/3, às 18h – Palestra de Oratória, com Dani Paula. Local: Residencial Ilza Terezinha, em Cuiabá

22/3, às 9h – Ação Assembleia Social – Especial Mês das Mulheres. Local: Novo São Joaquim


Assembleia Social

Telefone: (65) 3313-6994


Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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