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Peça teatral baseada em livro de Augusto Cury chega ao Teatro Zulmira Canavarros

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Foto: Luciana Mesquita / Assessoria

Augusto Cury, escritor brasileiro, é considerado o psiquiatra mais lido do mundo e chegou ao quinto livro de sua autoria adaptado para os palcos: “O Futuro da Humanidade”. A peça homônima está em turnê nacional, com o ator Kadu Moliterno no elenco, e chega ao Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, neste domingo (26). O espetáculo será às 18h e os ingressos estão sendo vendidos neste link (https://ingressodigital.com/evento/11573/O_Futuro_da_Humanidade).

A trama narra a história de Marco Polo, um jovem psiquiatra idealista, que se rebela contra os métodos de tratamento psiquiátrico impostos por seus superiores, em que o uso de psicotrópicos se sobrepõe à terapia psicológica e as questões que envolvem a mente de cada pessoa como um ser único. Explorando a mente e a alma humanas, o médico desenvolve suas próprias teorias e terapêuticas, defendendo uma abordagem acolhedora e individualizada da saúde mental, enquanto luta pelo amor de uma mulher insegura e problemática, que esconde dele um grande segredo.

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O texto foi adaptado para os palcos pelo próprio Augusto Cury, com a roteirista Ingrid Zavarezzi, experiente nas obras do romancista, responsável também pela adaptação de “Nunca Desista de Seus Sonhos” para a dramaturgia.

“Os assuntos abordados são tão relevantes nesses tempos sombrios que atravessamos, como a depressão, a ansiedade e a importância da psicoterapia. Espero que essa história de superação e esperança toque muitos corações e possa emocionar e inspirar o público, assim como o livro me emocionou e inspirou”, relata Ingrid Zavarezzi.

Para Rogério Fabiano, diretor pela segunda vez de um texto de Augusto Cury, trata-se de “um espetáculo necessário, onde os sentimentos mais bonitos do ser humano são revistos e refeitos e, então, vividos profundamente… o amor, a amizade e a felicidade, costuram essa tocante encenação”.

“As artes cênicas, assim como outras expressões, são capazes de nos tocar profundamente. Esperamos que este espetáculo tão belo seja um convite para cuidarmos de nossa saúde mental e pensarmos nossas relações em nossa sociedade tão machucada. Seguimos de portas abertas para os trabalhadores do teatro e para o público”, convida a superintendente da Assembleia Social – unidade gestora do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Dani Paula Oliveira.

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Mais informações, pelo perfil @ofuturodahumanidadeteatro no Instagram ou pelo telefone (65) 99972-7897.

Serviço

O Futuro da Humanidade, peça teatral de Augusto Cury

Data: Domingo (26), às 18h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT)

Ingressos: à venda em https://ingressodigital.com/evento/11573/O_Futuro_da_Humanidade

Informações: @ofuturodahumanidadeteatro ou (65) 99972-7897

Classificação Indicativa: 10 anos


Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Telefone: (65) 3313-6876


Fonte: ALMT – MT

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Audiência pública discute caminhos para fortalecer economia indígena em MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discutiu economia indígena e caminhos para fortalecer a autonomia dos povos originários no estado em audiência pública na tarde desta quarta-feira (15). O debate foi proposto pela deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT).

Na avaliação da parlamentar, é importante entender melhor a realidade econômica nas aldeias. “A ideia de discutir a economia indígena é para que possamos trazer propostas e levá-las ao poder executivo. Há uma ausência de políticas, talvez por não compreenderem quais são as nossas necessidades”, afirmou.

Eliane ressaltou que a economia indígena é diversa e envolve diferentes cadeias produtivas. “Temos a economia de subsistência, a agricultura familiar, onde se vende o excedente, e também povos que trabalham com monocultura. Precisamos entender essa dinâmica para apoiar desde a produção até a comercialização”, explicou.

Durante a audiência, lideranças e representantes de instituições também apontaram desafios como falta de assistência técnica, dificuldades logísticas e acesso limitado a mercados. O coordenador da Operação Amazônia Nativa (Opan), Ivar Busatto, destacou que o cenário atual exige novas estratégias. “As formas tradicionais de sustento continuam importantes, mas hoje não bastam sozinhas para garantir qualidade de vida. É fundamental investir em educação e em uma assistência técnica forte, que respeite a diversidade de cada povo”, disse.

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Ele reforçou ainda a importância de garantir a segurança alimentar e avançar na geração de renda. “A produção tradicional responde por grande parte das necessidades básicas. A partir disso, é preciso pensar na comercialização do excedente, com apoio à logística, feiras e até ao turismo”, pontuou.

Foto: Helder Faria

Conforme destacado durante a discussão, os povos indígenas atualmente precisam de renda para adquirir itens que não produzem, acessar serviços essenciais como saúde, educação e transporte, e enfrentar as mudanças ambientais e pressões externas que impactam seus territórios. “As mudanças climáticas têm impactado nossas plantações, com períodos de seca e chuva desregulados, o que dificulta o trabalho nas roças. Já tivemos situações em que a mandioca acabou cozinhando na própria terra por causa do calor”, relatou Suyani Terena. Ela é vice-presidente de um projeto que tem fortalecido a agricultura familiar, com protagonismo feminino na Aldeia Enawenê-Nawê, em Sapezal.

A experiência no local demonstra que o apoio faz diferença, uma vez que contam com assistência da Empaer em parceria com o município. “Trabalhamos com foco nas mulheres e na segurança alimentar. Hoje temos cerca de 30 mulheres atuando diariamente na terra, produzindo alimentos como mandioca, macaxeira e abóbora para o consumo e também para a venda. Mas precisamos de mais apoio para ampliar as culturas, incluindo o fortalecimento de pomares, da produção de citros e de alimentos tradicionais como a mandioca e a araruta”, explicou Suyani Terena.

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Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Nelson Borges afirmou que o governo federal busca ampliar o apoio às comunidades. “Estamos trabalhando para aumentar o número de parcerias nos municípios e viabilizando financiamentos, como o Pronaf A Indígena. Também vamos promover feiras para fortalecer a comercialização dos produtos”, destacou o superintendente em Mato Grosso.

A deputada Eliane Xunakalo reforçou que as propostas debatidas serão encaminhadas ao Executivo estadual. “Vamos direcionar as demandas às secretarias para provocar ações concretas. Esse espaço é justamente para ouvir os povos e construir soluções”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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