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Wilson Santos destaca programa “Solo Vivo” que vai fomentar a cadeia produtiva de MT

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) partiicpou, no sábado (24), no assentamento Santo Antônio da Fartura, em Campo Verde, da solenidade de lançamento do programa Solo Vivo, iniciativa do governo federal voltada à recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento da agricultura familiar. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do governador Mauro Mendes (União), do ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), Carlos Fávaro, representantes de entidades públicas, além de outras lideranças políticas do Estado.

“Mato Grosso recebe o programa Solo Vivo para fortalecer a nossa cadeia produtiva. Essa é a oportunidade para mudar a cara da reforma agrária. Eu fiz questão de prestigiar este evento e torcer para que não só beneficie esses dez assentamentos do Estado, como, também, dê certo para alcançar outras regiões em todo país. Foi um dia histórico para a reforma agrária, onde o solo será corrigido e permitirá o aumento da produtividade do trabalhador do campo, gerando renda e levando o alimento de qualidade na mesa do cidadão. Esses investimentos chegam em boa hora para quem vive da terra”, disse o parlamentar.

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Wilson Santos tem acompanhado de perto os avanços e os desafios dos assentamentos mato-grossenses desde o início de sua trajetória política. Ele ressaltou a importância de políticas públicas que incentivem a permanência das famílias no campo. “A sucessão rural passa necessariamente por condições de trabalho adequadas. Quando o jovem vê que é possível produzir com dignidade, ele permanece no campo e dá continuidade ao legado da família”, avalia.

Durante a cerimônia, o presidente Lula oficializou a entrega de maquinários agrícolas – pá carregadeira, dois tratores, uma calcareadeira e duas grades aradoras por município contemplado – e anunciou investimentos voltados ao aumento da produtividade nos assentamentos rurais. Em Mato Grosso, dez assentamentos serão contemplados nesta primeira etapa em que o governo federal destinará R$ 42,8 milhões ao programa para atender os municípios de Campo Verde, Alto Araguaia, Poconé, Rosário Oeste, Barra do Bugres, São Félix do Araguaia, Matupá, Juína, Pontes e Lacerda e São José dos Quatro Marcos.

O programa Solo Vivo envolverá a parceria do MAPA, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), da Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Mato Grosso (Fetagri) e da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do IFMT (FNADIF).

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Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as reuniões com convocações e oitivas durante o período eleitoral. A decisão foi comunicada após a leitura de parecer da Procuradoria-Geral da Casa Leis, que considerou juridicamente possível a suspensão dos trabalhos. O documento foi ratificado pela Mesa Diretora.

Com a medida, não foram realizados os depoimentos previstos para esta tarde. Seriam ouvidos o ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo e o atual ocupante da pasta, Juliano Melo. A reunião foi encerrada após a leitura do parecer.

Conforme o calendário definido nesta quarta-feira, os trabalhos com reuniões abertas e convocações serão retomados em 7 de outubro, primeira quarta-feira após o primeiro turno da eleição. Durante a suspensão, a CPI poderá continuar atividades internas relacionadas à produção do relatório e receber documentos e informações que contribuam para a investigação.

Segundo o procurador da Assembleia, Francisco Brito, a suspensão foi solicitada pela maioria absoluta dos integrantes da CPI para preservar a lisura do processo eleitoral e evitar eventuais interferências dos trabalhos da comissão no pleito. Ele avaliou que a suspensão não compromete o andamento da apuração diante do volume de documentos já reunidos.

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“Já há muito documento produzido, o relatório do Tribunal de Contas do Estado, o inquérito da Polícia Federal, a perícia da Polícia Federal e também os próprios pareceres da Procuradoria-Geral do Estado”, afirmou.

O procurador ainda esclareceu que os trabalhos devem ser concluídos até o término da atual legislatura, que ocorre em 31 de janeiro de 2027.

A CPI investiga possíveis irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, relacionados às investigações que resultaram na Operação Espelho. Na reunião da semana passada, a comissão ouviu a ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar Carolina Campos e o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira.

Fonte: ALMT – MT

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