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Comissão da AMM visita sítio Vila Láctea para conhecer o funcionamento do SIM-SUSAF

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Associação Mato-grossense dos Municípios, através do Núcleo de Apoio aos municípios, vem conhecer, a fundo, como funciona o Sistema de Inspeção SIM-SUSAF, no sítio que conquistou o primeiro Selo Arte do país

Nesta terça-feira, 18 de abril, a gerente do Núcleo de Apoio aos municípios da região da Baixada Cuiabana, Nathacha de Carvalho Luiz, acompanhada por sua equipe multidisciplinar Lucelma Suzana Teixeira Vanni, Silvia Dorileo, Fernando Alves de Sá e Weliton Costa estiveram em Sorriso para conhecer, in loco, a realidade do sítio Vila Láctea, da proprietária Rita Hachiya, o primeiro a conquistar o Selo Arte, na produção de queijos artesanais, no Brasil.

O secretário adjunto da Agricultura Familiar e Segurança Alimentar (SEMASA), Enivaldo Golmini, recepcionou e acompanhou a equipe da AMM, liderada pela gerente do Núcleo de Apoio aos municípios. Golmini destacou a importância da Prefeitura em incentivar aos pequenos produtores na buscar de conhecimento e meios de impor qualidade nos produtos orgânicos e artesanais. “Tudo isso só é possível graças a gestão municipal que dá oportunidade para desenvolver o que vemos aqui. Vale salientar e agradecer a produtora Rita, sem ela nós não conseguiríamos o Selo Arte. É gratificante receber a comissão da AMM e poder repassar essa experiência e futuramente visitar a região de atuação do Núcleo e acompanhar o trabalho realizado lá”, completa.

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No sítio, Nathacha de Carvalho Luiz, em nome do presidente da AMM agradeceu a disponibilidade da Prefeitura, em receber sua equipe técnica multidisciplinar, formada por médicas veterinárias e advogados para conhecer a experienciar todo processo de certificação junto ao SUSAF. “Sorriso foi o primeiro município a ter essa certificação. Hoje temos seis municípios que aderiram ao processo, mas as primeiras tratativas foram no processo da Rita. Então, nós viemos conhecer a experiência, no processo de construção, quais foram os ajustes, as dificuldades, como foi esse processo de implementação da certificação e na conquista recente do Selo Arte, acredito que a nível de Centro-Oeste. Um produto da agricultura familiar, um produto do município de Sorriso-Mato Grosso recebendo uma certificação nacional. Para nós da Associação dos Municípios é importante essa troca de informações. Todo esse conhecimento servirá para orientar os gestores municipais quanto ao trâmite junto ao Sistema Único de Sanidade da Agricultura Familiar e de Pequeno Porte- SUSAF”, conclui.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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