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Por meio de terceirizada, Sorriso vai intensificar recuperação de ruas e avenidas

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Ordem de Serviço assinada é de R$ 2 milhões, mas contrato prevê investimento superior a R$ 12 milhões para seguir, gradativamente, com o processo de revitalização asfáltica

Para garantir que as vias urbanas estejam sempre em bom estado de conservação, a Prefeitura de Sorriso emitiu, na manhã desta terça-feira (25 de julho), uma Ordem de Serviço (OS) para recapeamento asfáltico de ruas e avenidas de vários pontos da cidade.

A OS de hoje é de R$ 2 milhões e vai permitir a recuperação de vários trechos ao longo de 2023. No entanto, por meio da Concorrência Pública 003/2023, a Prefeitura licitou a recuperação de vias urbanas de mais de duas dezenas de bairros, com um investimento que pode chegar ao total de R$ 12.720.586,69. A empresa vencedora do certame foi a Fênix Construtora e Pavimentação.

“É um trabalho que não pode parar, e que precisa ser potencializado neste período de seca”, comentou o prefeito Ari Lafin, lembrando que, por meio de equipes próprias, via Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), a Prefeitura também atua neste trabalho.

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De acordo com o escopo da licitação global, a área a ser pavimentada é de 380.542,95 m², sendo que, pelo planejado pela equipe da Secretaria da Cidade (Semcid), 186.065,25 m² serão revitalizados com microrrevestimento asfáltico a frio (MRAF) e 194.477,70 m² com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ).

O titular da Semcid, Ednilson Oliveira, contextualiza que o MRAF é destinado para as vias que apresentam somente o desgaste natural pelo tempo, sem grandes avarias. Já o CBUQ é utilizado nas vias com danos mais significativos, com buracos.

A lista dos pontos contemplados para que o asfalto “fique novo de novo” é composto pelos bairros Serra Dourada, Jardim Carolina, Topázio, Jardim Bela Vista, Jardim Primavera, Terra Brasil, Parque Universitário, Centro Norte, Centro Sul, Green Park, Florais da Mata, Copenhagem, Village, Parque Felicidade, Pinheiros 3, Santa Bárbara, Bela Vista, Jardim Aurora, União, Recanto dos Pássaros, São Mateus, Boa Esperança, Morada do Bosque, Nova Aliança, Industrial, Rota do Sol, Santa Clara, Pinheiros 1, Jardim Amazônia, Jardim Itália, Jardim das Américas e Jardim Alvorada.

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“Sorriso cresce de maneira exponencial, a uma taxa média de 20% ao ano e sim, precisamos ter fôlego para seguir ofertando a infraestrutura necessária a este desenvolvimento, por isso, mantermos nossas vias em bom estado exige que tenhamos equipes próprias para isso, mas que também contemos com o suporte de empresa contratada via licitação”, reforçou o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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