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Associação de Apoio à Adoção visita comarcas do interior para levar informações sobre a causa

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A Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), entidade que atua como parceira do Poder Judiciário de Mato Grosso no suporte às famílias adotivas, está visitando comarcas do interior de Mato Grosso para levar informações sobre todo o processo judicial de adoção.
 
No dia 24 de novembro, o projeto “Ampara na Estrada” esteve no Fórum de Primavera do Leste, onde foi proferida uma palestra para a equipe técnica do Município de Primavera Leste nas áreas de assistência social e educação, além da equipe da unidade de acolhimento, do grupo de apoio à adoção, servidores do judiciário, pretendentes à adoção e representante da OAB local.
 
“O objetivo do projeto é desmistificar a adoção, com ênfase na adoção de adolescentes. Acreditamos na família e no poder que o amor exerce em cada pessoa”, disse a presidente da Ampara, Elisia Cruz.
 
“O projeto foi voltado a esclarecer o funcionamento da Ampara e colocar à disposição os mecanismos da associação em prol da adoção, sendo exposto que a Ampara tem convênio com o TJMT na realização nos cursos preparatórios à adoção e conta com ferramentas de suporte pré, durante e pós adoção. Também foi apresentado vídeo orientativo acerca do sistema da inscrição para o cadastro e sanadas dúvidas”, constatou Solange Rocheli Neuenfeld, assessora de gabinete da 1ª Vara Cível de Primavera do Leste, especializada de Infância, Juventude, Família e Sucessões.
 
Também já foram visitadas as comarcas de Tangará da Serra, Cáceres, Diamantino e no dia 1º de dezembro será a vez de Rondonópolis.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto horizontal colorida em plano geral da presidente Elisia dialogando com os participantes no auditório do fórum. Ela está em pé de frente para a plateia, que está sentada em cadeiras pretas. Ao fundo é projetada uma imagem digital com a logo da Ampara em um Datashow. Há caixas de som e mastros com as bandeiras do Brasil, de Mato Grosso e do município.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Experiência de Mato Grosso ajuda a criar política nacional contra violência doméstica

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A atuação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no trabalho de responsabilização de homens autores de violência doméstica contribuiu para a elaboração da primeira política nacional voltada aos Grupos Reflexivos e Responsabilizantes (GRH). A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, integrou o Grupo de Trabalho (GT) criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), responsável por elaborar uma proposta de resolução, um manual teórico-prático e o primeiro mapeamento nacional desses grupos.
Após seis meses de trabalho, o GT reuniu magistrados, pesquisadores, representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e especialistas para definir diretrizes que fortaleçam e padronizem a atuação dos tribunais. O levantamento inédito identificou 704 grupos reflexivos em funcionamento nos 27 estados, distribuídos em 626 municípios, com mais de 334 mil homens atendidos.
Segundo a magistrada, a política nacional reduzirá desigualdades regionais, garantirá a continuidade das ações e estabelecerá diretrizes unificadas para ampliar a prevenção da violência doméstica, promovendo a responsabilização e a mudança de comportamento dos autores, com foco na redução da reincidência.
Entre os resultados do GT estão a minuta de uma resolução do CNJ, que será submetida ao Plenário, e um manual destinado a magistrados, equipes psicossociais e facilitadores. Os documentos reúnem orientações para implantação, funcionamento, monitoramento e articulação dos programas em todo o país, respeitando as diferentes realidades dos tribunais.
Para a juíza, a experiência do TJMT fortaleceu os debates nacionais ao demonstrar os resultados obtidos com a implantação dos grupos reflexivos. A expectativa é que a futura política permita aprimorar as iniciativas já existentes, ampliar sua presença em novas comarcas e reforçar a prevenção da violência doméstica, a proteção das mulheres e a responsabilização dos autores.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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