Tribunal de Justiça de MT

Corregedor-geral realiza primeira reunião com servidores da CGJ

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Servidores da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso participaram da primeira reunião unificada, no Plenário 1, para apresentação da nova administração do órgão, sob liderança do desembargador Juvenal Pereira da Silva. De forma presencial, as equipes do gabinete, dos juízes auxiliares e das Diretorias foram apresentadas.
 
Projetos e ações que estão inseridos no Plano de Gestão do biênio 2023/2024 foram difundidas pelos magistrados, sempre destacando o atendimento às metas do Conselho Nacional e à busca de uma melhor prestação jurisdicional, bem como o Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade.
 
Em suas primeiras palavras o corregedor-geral falou da grata satisfação pela equipe formada e destacou o comprometimento de todos. “É uma satisfação continuar com essa equipe que aceitou o meu convite. Não tenho cobranças a fazer, pois sei da responsabilidade de cada um e do comprometimento que os senhores têm com o Poder Judiciário de Mato Grosso”, disse.
 
Na ocasião, o coordenador da Corregedoria-Geral, Flávio de Paiva Pinto, agradeceu a equipe pelo trabalho desenvolvido nos últimos dois anos. “Se o Judiciário é um grande ser vivo, somos o coração. Agradeço os dois anos que passamos juntos e lembro que ainda temos muitas coisas a fazer. Já sabemos onde atuar para que resultados melhores aconteçam”.
 
Flávio lembrou ainda que, entre os tribunais de médio-porte, o TJMT é um dos melhores do país: obteve a 3ª melhor taxa de processamento, e atingiu a menor taxa histórica de congestionamento processual do Primeiro Grau, 59%. “Recebemos esse legado porque produzimos ou colaboramos para produzir. Depois de dois Ouros seguidos, agora seguimos rumo ao Diamante”, disse.
 
Para o juiz auxiliar, Emerson Luis Pereira Cajango, é preciso entregar o que foi proposto e perseguir por mais. “Esse é um novo ciclo que se inicia e temos que seguir rumo ao nosso Diamante”, lembrou. O magistrado também agradeceu ao corregedor-geral pelo trabalho em conjunto. “Obrigado pela confiança desembargador Juvenal, vamos fazer o possível e o impossível para honrar sua administração”, disse.
 
O juiz auxiliar, Eduardo Calmon de Almeida Cezar, agradeceu a forma com que foi recebido na administração superior do Tribunal e disse estar à disposição de todos. “Quero colocar o gabinete à disposição para que a gente possa cada dia mais melhorar e permitir com que o Judiciário caminhe de uma maneira mais célere, mais satisfeita, para os interesses da sociedade. Muito obrigada a todos pelas oportunidades que vocês me concederam… de me ouvir, da interação, e do diálogo, pois é dessa forma que a gente constrói um Poder Judiciário melhor, um Poder Judiciário mais forte”, afirmou.
 
Em seguida o novo juiz auxiliar, Lídio Modesto da Silva Filho, relembrou sua passagem pela Corregedoria e pontuou sobre as responsabilidades das suas atribuições. “A CGJ se agigantou, eu já estive aqui anteriormente. Tenho a certeza que com o time que tenho e com a vontade de seguir adiante, vou realizar as atividades com as quais me comprometo, com afinco, dedicação, foco e com a participação de todo nosso exército iremos lograr êxito ao final da gestão”, disse.
 
Por fim, a juíza auxiliar Christiane da Costa Marques Neves destacou o compromisso social inerente à função. “Esperamos estar à altura das obrigações que nós assumimos perante a Corregedoria e perante a sociedade. Trabalhamos em prol da sociedade, tudo o que nós fazemos, procuramos fazer da melhor forma possível, com muito amor e dedicação, desde a hora que a gente levanta até o momento em que vamos descansar, pois sabemos que a gente transforma a vida de muita gente para melhor”, disse.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto horizontal colorida. Corregedor-geral ao centro da foto, rodeado pelos servidores da CGJ. Todos estão em pé. Olhando para câmera.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de imprensa CGJ/TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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