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Corrida do Judiciário terá kit atleta que alia performance e sustentabilidade

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A imagem divulga a 7ª Corrida do Judiciário 2025, marcada para 9 de novembro, com provas de caminhada (2K) e corrida (5K e 10K). Mostra o “super kit” com camiseta azul, mochila, medalhas e squeeze personalizados, destacando o lema “Justiça Presente | Cidadania Preservada”.Os inscritos na 7ª Corrida do Judiciário receberão um kit com materiais sustentáveis, como parte da experiência de participar da prova de rua. O evento é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), e acontecerá no dia 9 de novembro de 2025.
Para esta edição, os corredores receberão, no kit atleta, uma camiseta oficial da marca Onng, referência em vestuário esportivo sustentável. A peça é confeccionada com tecido tecnológico que oferece proteção solar FPU 50+, secagem rápida, ação antibacteriana e é biodegradável, unindo conforto, qualidade e responsabilidade ambiental.
O kit inclui ainda mochila, garrafa reutilizável tipo squeeze, número de peito, chip eletrônico e medalha (entregue ao término da prova), além de troféus para os três primeiros colocados de cada categoria. A retirada do kit será nos dias 7 e 8 de novembro, das 12h às 19h, em local a ser divulgado pelo TJMT.
A 7ª Corrida do Judiciário tem por objetivo promover integração social, saúde e cidadania. A prova oferecerá percursos de 2 km (caminhada), 5 km e 10 km (corrida), com as seguintes categorias: público geral – masculino e feminino; servidor ou magistrado – masculino e feminino; e pessoas com deficiência (PCD) – masculino e feminino.
Valores e categorias
Os valores de inscrição são:
– R$ 150,00 para a comunidade em geral, magistrados e servidores do Poder Judiciário (acréscimo de taxa administrativa de R$ 10,00).
– R$ 75,00 para idosos (60+), também acrescidos da taxa administrativa de R$ 10,00.
– Gratuita para PCDs, mediante apresentação de atestado ou laudo médico emitido nos últimos 90 dias.
Premiação em dinheiro e troféus
Nos percursos de 5 km e 10 km, os três primeiros colocados da categoria público geral receberão troféus e premiação em dinheiro:
– 10 km – Público Geral: 1º lugar R$ 800,00, 2º lugar R$ 600,00, 3º lugar R$ 400,00.
– 5 km – Público Geral: 1º lugar R$ 600,00, 2º lugar R$ 400,00, 3º lugar R$ 200,00.
Fique atento para as informações complementares sobre percurso, largada, regulamento e local de retirada dos kits, que serão divulgadas nos canais oficiais do TJMT.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Palestra aborda estratégias para identificar e combater demandas abusivas

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O crescimento de ações judiciais com indícios de litigância abusiva e seus impactos no funcionamento dos Juizados Especiais estiveram no centro das discussões da palestra “Reflexões sobre demandas abusivas no sistema dos Juizados Especiais”, realizada na tarde de segunda-feira (15), no Complexo dos Juizados Especiais em Cuiabá. A atividade integrou a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais e reuniu magistrados, servidores, operadores do Direito e demais interessados.
Durante o painel, a juíza do Juizado Especial de Alta Floresta, Milena Ramos de Lima e Souza Paro, destacou que a litigância abusiva é um fenômeno que afeta diretamente a eficiência do sistema de Justiça e prejudica os jurisdicionados que buscam a tutela de direitos legítimos.
Segundo a magistrada, esse tipo de prática é caracterizado por condutas processuais ilícitas que utilizam o Poder Judiciário de forma indevida para obtenção de vantagens ilegítimas. “Quem mais sofre com esse fenômeno é justamente o jurisdicionado legítimo, porque ele provoca congestionamento processual, aumenta o tempo de tramitação dos processos e gera desperdício de recursos públicos”, afirmou.
Milena explicou que a Recomendação nº 159 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) trouxe critérios objetivos para identificação e enfrentamento das demandas abusivas, preservando, ao mesmo tempo, o acesso à Justiça. Entre os exemplos apontados estão o fracionamento indevido de ações, a multiplicação artificial de processos, a utilização de documentos incompatíveis ou falsificados e a distribuição massiva de demandas sem fundamento jurídico consistente.
A magistrada ressaltou ainda que o enfrentamento do problema exige a atuação conjunta de todos os atores do sistema de Justiça. “É relevante reunirmos todos para refletirmos, dialogarmos e traçarmos estratégias estruturais para enfrentar esse fenômeno. O objetivo é garantir a integridade dos Juizados Especiais e assegurar que essa porta permaneça aberta para quem realmente necessita da proteção judicial”, disse.
Ferramentas de monitoramento
O juiz do Segundo Juizado Especial de Rondonópolis, Wagner Plaza Machado Junior, abordou as medidas que vêm sendo adotadas para identificar padrões de litigância abusiva e auxiliar magistrados na análise dos processos.
Ele explicou que é preciso diferenciar demandas de massa legítimas, decorrentes de falhas sistêmicas que atingem grande número de pessoas, das chamadas demandas predatórias, marcadas pelo uso abusivo do sistema judicial. “Nem toda demanda em massa é abusiva. Muitas delas decorrem de direitos legítimos. O problema surge quando são utilizados meios indevidos para levar essas ações ao Judiciário, seja por meio da captação irregular de clientes, da alteração de documentos ou da criação artificial de demandas”, observou.
Entre as situações mais recorrentes, Wagner citou o fracionamento de processos relacionados a uma mesma ocorrência, especialmente em ações envolvendo companhias aéreas. Segundo ele, a prática aumenta artificialmente o número de ações e sobrecarrega o sistema judicial.
O magistrado também apresentou ferramentas tecnológicas que auxiliam na identificação de processos semelhantes, padrões de distribuição e possíveis irregularidades, contribuindo para uma análise mais criteriosa das demandas.
Preservação do acesso à Justiça
Ao final do painel, os magistrados reforçaram que o combate à litigância abusiva não significa restringir o acesso da população ao Judiciário, mas sim proteger a credibilidade do sistema e garantir que os recursos públicos e a estrutura judicial estejam disponíveis para atender conflitos legítimos.
A palestra integrou a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais, promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com o objetivo de fomentar o debate sobre temas relevantes para o aprimoramento dos Juizados e a prestação de serviços cada vez mais eficientes à sociedade.
Leia mais:

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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