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Cuiabá recebe 6ª edição do “TJMT Inclusivo: Capacitação e Conscientização em Autismo”

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Cuiabá receberá no próximo dia 5 de dezembro a 6ª edição do projeto “TJMT Inclusivo: Capacitação e Conscientização em Autismo”, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso por meio da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Judiciário. O evento ocorre pela segunda vez na Capital e a expectativa é de que cerca de 2 mil pessoas marquem presença.
O evento será realizado das 8h às 18h15, na Igreja Lagoinha Cuiabá. As inscrições podem ser realizadas até o dia 3 de dezembro, clicando neste link. A programação desta edição poderá ser acompanhada de forma presencial ou on-line e incluirá apresentações culturais e palestras ministradas por médicos, psicólogos, especialistas, ativistas e juristas.
Entre os palestrantes estão Nicolas Brito Sales, ativista da causa, escritor e fotógrafo, além do médico neurologista infantil Thiago Barbosa Gusmão e do neurologista pediátrico Marino Miloca.

Para a vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, a iniciativa reforça o compromisso institucional com a inclusão.
“O evento reunirá diversos especialistas, como neuropediatras, psicólogos, psiquiatras e terapeutas ocupacionais e será uma oportunidade de grande aprendizado para todos, inclusive para a sociedade em geral. Neste ano, já levamos o TJMT Inclusivo a Cuiabá, Sinop, Sorriso, Cáceres e Rondonópolis, e agora encerramos o ciclo novamente na Capital. Para 2026, já estamos organizando uma edição especial, prevista para abril, que terá dois dias de duração e será ainda maior que as anteriores”, informou a desembargadora.
Ainda segundo a magistrada, o propósito é ampliar o conhecimento sobre o transtorno do espectro autista e oferecer à sociedade ferramentas que contribuam para uma convivência mais acolhedora e acessível. “A inclusão é um compromisso permanente do Poder Judiciário”, afirmou Nilza Pôssas de Carvalho.
O evento é voltado a magistrados, servidores, profissionais da saúde e educação, familiares de portadores de TEA, estudantes e sociedade em geral, com o objetivo de fomentar a conscientização sobre os direitos e necessidades das pessoas neurodivergentes. A capacitação tem sido levada pelo TJMT a diferentes regiões do estado.
O “TJMT Inclusivo – Capacitação e Conscientização em Autismo” é organizado pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso, pela Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT) e Escola dos Servidores, em parceria com as prefeituras. As outras cinco edições foram realizadas em Cuiabá, Sinop, Sorriso, Cáceres e Rondonópolis.
A 6ª edição do projeto conta com parceria da Prefeitura de Cuiabá e da Igreja Lagoinha Cuiabá.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MT avança em eficiência e produtividade mesmo com um dos maiores volumes de processos do país

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Apesar da alta demanda processual registrada em Mato Grosso, a Justiça Estadual de Mato Grosso (TJMT) tem se destacado nacionalmente em indicadores de produtividade, celeridade e gestão processual. Segundo dados do relatório Justiça em Números 2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Judiciário mato-grossense registrou 165,7 casos novos por mil habitantes, índice superior à média nacional da Justiça Estadual, que é de 132,5 casos novos por mil habitantes.

Classificado pelo CNJ como um tribunal de médio porte, o indicador demonstra que Mato Grosso está entre os estados com maior judicialização do país. Contudo, mesmo com a alta demanda, o Poder Judiciário mato-grossense apresentou um avanço de 22 pontos percentuais no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus) da área judiciária, passando de 75% para 97%. O IPC-Jus é um dos principais indicadores do CNJ para medir a eficiência dos tribunais brasileiros.

“Mato Grosso possui uma das maiores demandas processuais do país quando analisamos o número de casos por habitante. Por isso, alcançar indicadores de produtividade e eficiência acima da média nacional demonstra a capacidade do Poder Judiciário mato-grossense de se organizar, inovar e responder com qualidade às necessidades da sociedade”, afirma o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

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O bom desempenho também pode ser verificado na taxa de congestionamento dos processos na fase de conhecimento. Conforme o relatório, o TJMT registrou índice de 53%, um dos menores do país e entre os melhores desempenhos da Justiça Estadual. “O que demonstra a capacidade do Judiciário mato-grossense de dar vazão ao acervo processual e reduzir o volume de processos pendentes nessa etapa da tramitação”, detalha o juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira.

O relatório também mostrou queda no estoque de execuções fiscais. Mato Grosso registrou redução de 26,8% no quantitativo de casos pendentes de execução fiscal em comparação com o ano anterior. Um desempenho superior à média da Justiça Estadual, que é de 25,2%.

Esse trabalho também teve reflexo na redução do tempo de tramitação dos processos. Segundo dados do relatório, o tempo de giro do acervo processual no primeiro grau passou de um ano e dois meses para um ano e um mês, uma redução de 7,1%. O que coloca Mato Grosso na terceira colocação entre os 27 tribunais do país e na segunda posição entre os tribunais estaduais de médio porte.

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Mato Grosso ainda se destaca na arrecadação de custas judiciais. Conforme o relatório Justiça em Números 2026, o Estado ocupa a terceira posição entre os Tribunais de Justiça do país no indicador que relaciona os valores arrecadados ao número de processos sujeitos à cobrança de custas.

O TJMT registrou arrecadação média de R$ 3.548,12 por processo ingressado, ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 4.386,38) e Rio de Janeiro (R$ 4.333,84). O resultado coloca o Estado acima da média da Justiça Estadual, que foi de R$ 2.861,96 por processo. “O que demonstra a efetividade na arrecadação dos valores legalmente devidos e contribuindo para a sustentabilidade das atividades do Poder Judiciário mato-grossense”, afirma o juiz auxiliar, Jorge Alexandre.

Autor: Larissa Klein

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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