Tribunal de Justiça de MT

Desembargadores e juíza auxiliar da Presidência fazem visita técnica à Corregedoria do TJPI

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Uma comitiva do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), composta pela desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves; pelo desembargador Lídio Modesto da Silva Filho; pela juíza auxiliar da Presidência, Viviane Brito Rebello; pela assessora Laura Andreia Alves Castelano; e pelo gestor de projetos e inovação, Nestor José Comachio Junior, realiza visita técnica à Corregedoria Geral da Justiça do Piauí (CGJ-PI), nessa quarta-feira e quinta-feira (3 e 4 de julho).
 
Eles foram recepcionados pelo corregedor geral, desembargador Olímpio Galvão; pelo supervisor do laboratório de inovação do TJPI – Opala-LAB, desembargador José Wilson Júnior; pelo desembargador decano Haroldo Rehem e por magistrados de diversas comarcas piauienses.
 
O objetivo principal da visita é conhecer as ferramentas tecnológicas e os painéis inovadores implementados pela CGJ-PI, que têm sido essenciais para a eficiência e celeridade na prestação jurisdicional no Piauí. Nesta manhã, a comitiva conheceu o Robô de Informações da Corregedoria (RIC), que foi alvo de assinatura de termo de cooperação técnica para que o TJMT passe a também dispor dessa inovação. Eles também conheceram o painel DataCor, plataforma de celeridade processual desenvolvidas pela Corregedoria piauiense.
 
A recepção da comitiva mato-grossense foi conduzida pelo corregedor-geral da Justiça do Piauí, desembargador Olímpio Galvão, que presidiu a reunião e apresentou as inovações tecnológicas adotadas pela justiça de primeiro grau do Piauí. Durante a apresentação, o magistrado destacou a satisfação em compartilhar as boas práticas que têm transformado o Judiciário do Piauí em referência nacional.
 
“Receber a comitiva do Tribunal de Justiça de Mato Grosso é uma oportunidade valiosa para mostrar as ferramentas tecnológicas que temos desenvolvido. Estas ferramentas têm sido fundamentais para a melhoria dos serviços prestados à sociedade piauiense”, afirmou.
 
No primeiro dia de visita técnica, os membros do Núcleo de Aceleração de Projetos e Inteligência Artificial da Corregedoria (Napia/CGJ), Leandro Sampaio, Sávio Carneiro e Antonio Waldo, realizaram apresentações detalhadas das plataformas RIC e DataCor, que são ferramentas automatizadas que permitem o acompanhamento eficiente dos processos de todas as unidades judiciárias do 1º grau de jurisdição do Piauí.
 
A desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves expressou seu agradecimento pela recepção e ressaltou a expectativa de aprender com as práticas da CGJ piauiense.  “Agradecemos a recepção cordial que tivemos aqui no Piauí. As expectativas são altas, pois sabemos da excelência dos painéis tecnológicos e ferramentas que a Corregedoria piauiense utiliza. Nosso objetivo é absorver o máximo de conhecimento possível para aprimorar os serviços judiciais em Mato Grosso, proporcionando mais eficiência e agilidade para nossa população”, concluiu.
 
Nesta quinta-feira (4 de julho), está prevista apresentação do Painel de Monitoramento de Litigância Serial, Painel Maat, TJPI Descomplica e visita ao Núcleo de Apoio aos Gabinetes (NAGAB) e ao Núcleo de Apoio às Secretarias (NASEC).  
 
Parceria – Desde o ano passado, a gestão do TJMT tem estreitado laços de cooperação com o TJPI, por meio de visitas técnicas e trocas de experiências, principalmente no âmbito do primeiro grau de jurisdição. Em março do ano passado, o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva foi até àquele estado para conhecer os resultados na área de Regularização Fundiária. Saiba mais.
 
O intercâmbio mais recente ocorreu em janeiro deste ano, quando uma comitiva piauiense, liderada pelo desembargador Olímpio Galvão, veio até o TJMT para conhecer diversos sistemas da CGJ-MT. Saiba mais.
 
“Não é a primeira vez que Mato Grosso vem ao Piauí. É a minha primeira vez, como desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. E a impressão é sempre cada dia melhor pela receptividade, pelo calor humano e pela troca de experiências, sempre aprendendo e vendo o Poder Judiciário do Piauí se destacando no seu trabalho de excelência e compartilhando isso com todos os outros Poderes. Mato Grosso teve a honra de receber o Piauí. Hoje nós estamos vindo aqui e esperamos que isso continue para que todo Poder Judiciário, não só Piauí e Mato Grosso, mas de todo o Brasil, possa realmente melhorar e melhor servir aos nossos cidadãos”, destacou a desembargadora Antônia Siqueira. 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Da esquerda para a direita, em pé, estão o desembargador Lídio Modesto, a desembargadora Antônia Siqueira, a juíza Viviane Rebello e o corregedor geral da Justiça do Piauí, desembargador Olímpio Galvão. Foto 2: Em um auditório da CGJ-PI, a comitiva do TJMT e membros do TJPI estão sentados, assistindo a uma apresentação.
  
Celly Silva/Fotos: TJPI 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT 
Com informações da Assessoria de imprensa da CGJ-PI
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

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A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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