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Judiciário de Mato Grosso realiza campanha permanente “adote um copo descartável”

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Sempre é tempo de conscientização. Para incentivar práticas sustentáveis no Poder Judiciário, o Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça reforça a importância da utilização do mínimo possível de materiais que possam ser descartados. A campanha permanente “Adote um copo descartável enquanto estiver nas dependências do Judiciário”, com a afixação de cartazes ilustrativos na sede do Palácio da Justiça, é uma forma de incentivar, principalmente os visitantes a contribuir com o meio ambiente.
 
Cada copo demora mais de 200 anos para se decompor na natureza. Com esse grande impacto ambiental a intenção é sensibilizar as pessoas que frequentam a sede do Judiciário na Capital, seja a trabalho ou durante eventos, a colaborarem com a campanha.
 
A iniciativa vai conscientizar também servidores e servidoras a utilizarem copos ou canecas ao participarem de eventos, capacitações na Escola dos Servidores, bem como no horário de trabalho.
 
Além da economia com os gastos na aquisição de copos plásticos, a campanha tem objetivo, principalmente de contribuir com o futuro do planeta.
 
Já é rotina nos setores do Tribunal de Justiça e nas comarcas a utilização de copos e canecas próprios, sendo os copos descartáveis destinados somente para visitantes. Daí a importância da conscientização por meio dessa campanha.
 
Agenda 2030 – Em 2015 os países que integram as Nações Unidas adotaram a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável como uma nova política global onde foram estabelecidos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com 169 metas que devem ser cumpridas até 2030, por meio de iniciativas que envolvem organizações, governo, sociedade e empresas.
 
Uma das ações da Agenda 2030 relacionada a consumo é o ODS 12, que visa assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
 
O Poder Judiciário Brasileiro é pioneiro, no mundo, na institucionalização da Agenda 2030.
 
A Agenda 2030 entrou na pauta do Judiciário em 2019, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aderiu à causa de forma pioneira entre os Judiciários. No ano seguinte, os ODS foram inseridos na Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026.
 
Desde então, foi intensificada a incorporação da Agenda 2030 nas normas que regulamentam a gestão dos tribunais.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição: imagem 1: fotografia de dois copos de plásticos.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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