Tribunal de Justiça de MT

Movimentação na Carreira: Órgão Especial aprova promoção e remoção de juízes e juízas

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso aprovou durante a sessão extraordinária desta segunda-feira (09 de outubro), os concursos para promoção e remoção de juízes e juízas, inscritos para ocupar as comarcas no interior do Estado. As escolhas foram definidas mediante os critérios de merecimento e antiguidade.
 
A juíza Paula Tathiana Pinheiro, titular da Vara Única da Comarca de Nova Ubiratã, foi promovida por merecimento para a Vara Única da Comarca de Feliz Natal.
 
A juíza Marília Augusto de Oliveira Plaza, titular da Vara Única da Comarca de Novo São Joaquim, foi promovida por antiguidade para a Vara Única da Comarca de Jauru.
 
A juíza Lucélia Oliveira Vizzotto, titular da 3ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte, foi promovida por merecimento para a Vara Única da Comarca de Arapatunga.
 
A juíza Gisele Alves Silva, titular da 4ª Vara Criminal da Comarca de Lucas do Rio Verde, foi promovida por antiguidade para o cargo de Juiz de Direito no ‘Núcleo de Afastamento e Substituição – NAS’.
 
O juiz Francisco Ney Gaíva, titular da 4ª Vara Cível de Tangará da Serra, foi promovido por antiguidade para o cargo de Juiz de Direito no ‘Núcleo de Afastamento e Substituição – NAS’.
 
O juiz Wagner Plaza Machado Junior, do Núcleo de Justiça Digital dos Juizados Especiais da Comarca de Cuiabá, foi promovido pelo critério de merecimento para o 2º Juizado Especial da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Cássio Luis Furim, titular da 1ª Vara Cível de Lucas do Rio Verde, foi promovido por critério de antiguidade para a Vara Especializada dos Juizados Especiais da Comarca de Sinop.
 
O juiz Walter Tomaz da Costa, titular da 1ª Vara da Comarca de Alta Floresta, foi promovido pelo critério de merecimento para a 3ª Vara Criminal da Comarca de Sinop.
 
A juíza Marina Dantas Pereira, titular da Vara Única da Comarca de Alto Taquari, foi promovida pelo critério de antiguidade para a Vara Única da Comarca de Arenápolis.
 
O juiz Patrick Coelho Campos Gappo, titular da Vara Única da Comarca de Aripuanã, foi promovido por merecimento para a Vara Única da Comarca de Brasnorte.
 
O juiz Antonio Carlos Pereira de Sousa Junior, titular da 2ª Vara da Comarca de Comodoro, foi promovido por antiguidade para a 3ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.
 
A juíza Marina Carlos França, titular da 2º Vara Cível de Tangará da Serra, foi promovida por merecimento para a Vara Única da Comarca de Dom Aquino.
 
A juíza Raiane Santos Arteman, titular da Vara Única da Comarca de Cotriguaçu, foi promovida por antiguidade para a 2ª Vara da Comarca de Juína.
 
O juiz Evandro Juarez Rodrigues, titular da 2ª Vara Criminal da Comarca de Lucas do Rio Verde, foi promovido pelo critério de merecimento para a 3ª Vara Cível da Comarca de Lucas do Rio Verde.
 
O juiz Luiz Antonio Muniz Rocha, titular da Vara Única da Comarca de Colniza, foi promovido pelo critério de antiguidade para a Vara Única da Comarca de Matupá.
 
O juiz Juliano Hermont Hermes da Silva, titular da 1ª Vara da Comarca de Juara, foi promovido perlo critério de merecimento para a 2ª Vara Cível da Comarca de Mirassol D´Oeste.
 
O juiz Daniel Campos Silva de Siqueira, titular da 2ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte, foi promovido pelo critério de antiguidade para a Vara Única da Comarca de Nobres.
 
A juíza Lorena Amaral Malhado, da Vara Única da Comarca de Campinápolis, foi promovida pelo critério de merecimento para a Vara Única da Comarca de Nortelândia.
 
O juiz Gabriel da Silveira Matos, titular da 4ª Vara Cível da Comarca de Sorriso, foi promovido pelo critério de antiguidade para a 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 2ª Vara da Comarca de Alta Floresta, foi promovido pelo critério de merecimento para a 3ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Pedro Davi Benetti, da 1ª Vara da Comarca de Campo Novo do Parecis, foi promovido pelo critério de antiguidade para a 2ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Wanderlei José dos Reis, titular da 1ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Rondonópolis, foi promovido pelo critério de antiguidade para a 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz João Filho de Almeida Portela, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Barra do Garças, foi promovido por merecimento para a 2ª Vara Cível da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Arthur Moreira Pedreira de Albuquerque, titular da 1ª Vara da Comarca de Comodoro, foi promovido por antiguidade para Vara Única da Comarca de Rosário Oeste.
 
A juíza Luciene Kelly Marciano Roos, foi promovida pelo critério de antiguidade para Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Sinop.
 
O juiz Raul Lara Leite, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Lucas do Rio Verde foi promovido pelo critério de merecimento para a 4ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Ações do TJMT ajudam população em situação de rua a reconstruir caminhos

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Dois homens sentados em uma mureta baixa diante de banner roxo com a frase "Atendimento Aqui" e "Acesso à Justiça para Pessoas em Situação de Rua". Um cachorro dorme na grama ao lado.“O combate à invisibilidade passa por reconhecer essas pessoas vulneráveis como sujeitos de direitos, não apenas como casos sociais”. A fala é do juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, e retrata uma realidade enfrentada pela população em situação de rua em todo o país.
Em meio à correria das cidades, essas pessoas acabam passando despercebidas pela sociedade, mesmo que estejam em busca de dignidade. Em Mato Grosso, no entanto, esse cenário tem sido enfrentado com atuação ativa do Poder Judiciário.
Continuamente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) desenvolve ações para garantir que essas pessoas sejam vistas não apenas pelas vulnerabilidades, mas como cidadãos com direitos assegurados pela Constituição Federal.
Homem de óculos e camiseta branca com logo "Pop Rua Jud" dá entrevista. Um microfone da TV Justiça e um celular estão posicionados à frente dele para a gravação.A proposta do TJMT vai além do atendimento jurídico tradicional, construindo possibilidades de recomeço a partir da recuperação de documentos, acesso a serviços públicos e benefícios sociais, emprego e outras iniciativas de acolhimento. Para o juiz Wanderlei José dos Reis, levar o aparato da Justiça até essa população é fundamental para o enfrentamento dessas barreiras.
“O modelo tradicional de Justiça não alcança essas pessoas, por isso temos a Resolução CNJ n.º 425/2021, que estabeleceu mais uma política pública judiciária, instituindo que o Judiciário deve ser proativo. Ao caminharmos ao encontro delas, concretizamos o princípio do acesso universal à Justiça e densificamos o princípio da dignidade humana, ambos previstos na Constituição”, avalia o magistrado.
Wanderlei Reis, que é titular da 2ª Vara de Família e Sucessões de Rondonópolis e coordenador do PopRuaJud, explica ainda que, por meio de mutirões de cidadania e projetos itinerantes, o Judiciário leva atendimento até os locais onde essas pessoas estão. O objetivo é oferecer orientação, acolhimento e assegurar direitos básicos.
Mulher em guichê de atendimento conversa com homem sentado à sua frente. Entre eles, um computador mostra o sistema. O ambiente é amplo e sugere uma ação de serviços públicos.O magistrado relata que as demandas apresentadas são diversas. Há busca por documentos civis, atendimento de saúde, benefícios assistenciais, trabalhistas e até auxílio em questões familiares. Existem ainda casos envolvendo violência, discriminação e violação de direitos. Segundo Wanderlei Reis, o trabalho engajado do TJMT também cria uma relação de confiança entre a instituição e essa população.
“Nossas ações envolvem parcerias com órgãos de assistência social, Defensoria Pública e outras entidades que nos ajudam a proporcionar um atendimento diversificado, humanizado e simplificado. Dessa forma, conseguimos oferecer suporte completo, permitindo que essas pessoas encontrem caminhos para retomar a própria autonomia”, pontua o juiz coordenador.
*A expressão “casos sociais” costuma ser usada para tratar pessoas vulneráveis apenas como um problema assistencial, alguém que depende de ajuda ou caridade, sem enxergar sua individualidade, cidadania e direitos garantidos por lei.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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