Tribunal de Justiça de MT

Núcleo para monitoramento de demandas está sob nova coordenação

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O Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede) da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) do Poder Judiciário de Mato Grosso está sob nova coordenação, a do juiz auxiliar, Lídio Modesto da Silva Filho, de acordo com a Portaria do TJMT Nº 12, de janeiro de 2023. O núcleo é responsável por identificar as demandas predatórias e fraudulentas que possam comprometer a funcionalidade e a eficiência do Judiciário, a chamada advocacia predatória. Em suma, o núcleo fornece os magistrados informações referentes a determinados advogados e ações em massa que possam se tratar de golpes ou litigiosidade predatória.
 
Também cabe ao núcleo identificar e monitorar ações repetitivas ou com potencial de repetitividade, com o objetivo de possibilitar tomadas de decisões uniformes e automatizadas, e apoiar os magistrados na identificação de demandas relacionadas às situações inadequadas ou repetitivas e orientá-los para a tomada de medidas saneadoras e preventivas.
 
“A ideia acerca de como agir no núcleo é lançar mão do que há de mais moderno na tecnologia da informação para monitorar constantemente a movimentação forense para lograr uma prestação jurisdicional mais célere e reprimir eventual litigância de má-fé”, disse o juiz auxiliar, Lídio Modesto.
 
A Portaria do TJMT Nº 12 também designou novos membros: o coordenador da Corregedoria-Geral da Justiça, Flávio de Paiva Pinto, a diretora do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), Renata Bueno, a auditora de gestão de Primeira Instância, Phiama Emanuela Pompeo Benevides Prado e o auditor de gestão de Primeira Instância, Rodney de Oliveira Santos.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto horizontal colorida. O juiz auxiliar concede entrevista, ele fala ao microfone e a um celular. Ele está usando um terno azul com uma gravata xadrez na cor azul, vermelho e prata.
 
Larissa Klein
 
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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