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Palestra em escola adventista de Cuiabá encerra edição 2022 do Nosso Judiciário

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Na manhã dessa terça-feira (18), o projeto Nosso Judiciário chega a 115ª unidade visitada em 10 anos de programa promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o intuito de aproximar a sociedade do Poder Judiciário, informando de maneira simples e acessível, a estrutura e funcionamento das unidades judiciais.
 
A visita ao Colégio Adventista Centro América, em Cuiabá, encerrou a programação do Nosso Judiciário em 2022, atendendo cerca de 28 mil alunos e alunas desde o início do programa.
 
O tema Cyberbullying (bullying realizado por meio das tecnologias digitais) foi destaque da palestra proferida pelo servidor Neif Feguri, que juntamente com o colega Antônio Cegatti compõem a equipe do Espaço Memória, responsável pela atividade.
 
Participaram da conversa cerca de 150 alunos, de 15 a 17 anos, que cursam o Ensino Médio da instituição. Eles receberam a cartilha “Como funcionam os Juizados Especiais”. O evento ocorreu na capela da escola, que serve também como auditório da unidade de ensino.
 
“Vocês são da geração que já nasceu conectada a Internet. Saibam que o mau uso de ferramentas, como WhatsApp, Facebook, Instagram, Twitter pode ser crime. Tenham responsabilidade ao usar a internet. Use para diversão e para conhecimento”, aconselhou Neif Feguri.
 
A diferença de Juizados Especiais e Justiça Comum, Juizados Cíveis e Criminal, práticas restaurativas, Direitos do consumidor, estrutura do Judiciário, e justiça gratuita foram outros temas abordados durante a palestra. “Viemos até à escola com o objetivo de aproximar o Judiciário dos estudantes, pois acreditamos que vocês são o futuro da cidade, do Estado e do nosso país. Aqueles alunos que compreenderem que a educação é o caminho poderão ter um futuro promissor, daqui sairão os futuros advogados, delegados, defensores, juízes, desembargadores, quem sabe prefeito ou governador”, incentivou o servidor.
 
A estudante Laura Letícia Lobato, de 17 anos, do 3º Ano do Ensino Médio, gostou muito do conteúdo apresentado pelo projeto. “Achei muito importante eles tomarem um pouquinho do tempo deles para vir falar com a gente e sei que eles fazem isso com várias outras escolas. Os ensinamentos serão muito bem aproveitados. Eu gostei mais da parte da do cyberbullying, , pois a maioria das coisas giram em torno das redes sociais”, acredita.
 
O colega dela, Caio Lucas Macário, também de 17 anos, aprovou a iniciativa do Judiciário de sair da sede e ir até a escola. “Foi uma palestra necessária, muito importante para nosso desenvolvimento acadêmico e também como pessoa. Mostra como você deve seguir a sua vida, quais são seus direitos e deveres. Ajuda bastante a saber o caminho que você pode seguir na área profissional, mas mesmo que você não siga nada do Direito, você vai usar esses conhecimentos para sua vida. A palestra é educacional.”
 
O vice-diretor da escola, Levi Oliveira enalteceu o projeto. “Esse é um trabalho maravilhoso, nós estamos agradecidos por poder ter recebido a equipe do Tribunal de Justiça aqui. Esse trabalho precisa acontecer periodicamente, não só aqui na nossa unidade. Nós sabemos que esse trabalho não pode parar, os adolescentes, os jovens precisam receber essas orientações, eles estão em formação, estão em desenvolvimento e esse trabalho que vocês realizam vai cooperar muito para o desenvolvimento desses futuros profissionais da nossa sociedade.”, analisa.
 
Neif Feguri informa que em 2022, o Nosso Judiciário superou a meta o que dá mais ânimo para continuar a atividade em 2023. “Encerramos esta edição com uma ótima avaliação. Todos os materiais que a gráfica do Poder Judiciário mandou para o Espaço Memória foram distribuídos nas escolas. Só este ano chegamos a 20 unidades escolares e ao longo desses 10 anos chegamos a quase 28 mil alunos do Ensino Médio e Ensino Fundamental”.
“Sinto-me orgulhoso do projeto desenvolvido e se Deus quiser ano que vem vamos dar continuidade, sempre com objetivo de aproximar o Judiciário da população, através das escolas e dos acadêmicos de Direito que nos visitam na sede do TJMT”
 
A servidora do TJMT, Anne Louise Zaviasky, participou da palestra. Ela é servidora do Judiciário há 23 anos e estudou na Escola Adventista Centro América até 1987. A pedido da diretoria da escola solicitou a visita.
 
#ParaTodosVerem: Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Descrição da imagem: Foto 1 – Colorida e horizontal. O palestrante aparece ao fundo em cima do tablado do auditório. Estudantes, estão uniformizados e sentados nos bancos. Foto 2 – Colorida e horizontal aluna Laura Letícia Lobato concedendo entrevista. Foto 3 – Colorida e vertical do aluno Caio Macário concedendo entrevista.
 
Alcione dos Anjos/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário lança página no portal do TJMT

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A Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso lançou sua página no portal do TJMT, durante o evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado nos dias 15 e 16 de abril. Agora, os públicos interno e externo ao Tribunal de Justiça podem acessar acessibilidade.tjmt.jus.br e conferir todas ações da Comissão, bem como entrar em contato com seus membros.
A juíza auxiliar da Vice-presidência, Alethea Assunção Santos, fez a apresentação da página na internet durante o evento. “O portal da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso tem a finalidade de apresentar as iniciativas, ações, capacitações, os projetos da Comissão e também é um repositório de atos normativos, de leis e das notícias relativas às ações. Então é uma forma de difundir o trabalho da Comissão”, explica.
Mulher de cabelos longos posa sorrindo em primeiro plano. Ao fundo, palco com cadeiras e telão verde do evento TJMT Inclusivo, com pessoas desfocadas ao redor.Conforme a magistrada, a criação da página demonstra o compromisso da Comissão em fomentar a construção de uma política institucional mais inclusiva. “O Poder Judiciário precisa olhar para o jurisdicionado, abrindo as possibilidades para aqueles que têm alguma deficiência, mas também olhar para o servidor, nos atendo às barreiras arquitetônicas e outras dificuldades daquele servidor e também do público externo. A Comissão tem essa função de compreender quais são essas necessidades específicas e trabalhar para reduzir esses empecilhos e garantir a acessibilidade e a inclusão”, defendeu.
A página da Comissão conta com a sessão “Fale Conosco”, onde estão disponíveis os canais de contato. “Esperamos que a população acesse, entre em contato conosco, mande dicas, sugestões e que, assim, a gente possa manter o portal ativo”, convida a juíza Alethea Assunção.
A página da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso está no portal do Tribunal de Justiça, no espaço dedicado aos portais temáticos, conforme a imagem ao lado.
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Autor: Celly Silva

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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