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Saiba como fazer uma Reclamação Pré-Processual em casos que envolvam saúde pública

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Ver a dor de um ente querido que está internado em um hospital, aguardando por uma cirurgia que nem sempre é autorizada pelo poder público com a agilidade que o caso requer, é angustiante, não é mesmo?

Mas existe uma alternativa simples, gratuita e eficiente para casos como esse: a RPP – Reclamação Pré-Processual. Trata-se de um instrumento criado pelo Poder Judiciário para facilitar a comunicação entre o cidadão e o poder público, buscando agilizar uma solução e evitando a judicialização, sempre que possível.

O serviço é destinado exclusivamente a serviços já previstos e inseridos na política pública do Sistema Único de Saúde (SUS). Para entrar com uma reclamação pré-processual, é preciso atender a algumas condições, dentre as quais se destacam as seguintes: o procedimento precisa estar registrado no sistema de regulação do SUS e deve ser comprovado que não houve atendimento ou que a demora foi excessiva.

Confira o passo a passo para registrar sua reclamação pré-processual:

– Entre no site no Tribunal de Justiça de Mato Grosso: www.tjmt.jus.br

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– Na página inicial, procure o banner da Vara da Saúde/Cejusc da Saúde Pública e clique em Registro de Atendimento

– Preencha o formulário com seus dados e conte o que está acontecendo, da maneira mais completa possível

– Anexe os documentos solicitados (documentos pessoais, comprovante de residência, documentos médicos, provas relativas à reclamação)

– Confira o termo de consentimento e clique em “Enviar”

Sua reclamação será analisada pela equipe do Cejusc da Saúde Pública.

Para mais informações, entre em contato com o Cejusc da Saúde Pública pelos contatos:

Telefone: 65 3688-8413

WhatsApp: 65 9 9224-2318

E-mail Cejusc: [email protected]

E-mail Vara da Saúde: [email protected]

Confira vídeo explicativo sobre a Reclamação Pré-Processual.

Autor: Celly Silva e Fernanda Fernandes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Juíza auxiliar da Corregedoria participa do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional

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A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Myrian Pavan Schenkel, participou do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional, em Goiânia (GO). O evento reuniu representantes de instituições públicas, especialistas, gestores e atores envolvidos com a regularização fundiária no país.

Com o tema “Dignidade, Sustentabilidade e Inclusão”, o seminário realizado nos dias 1° e 2 de junho, discutiu os desafios da regularização fundiária no Brasil que exigem providências dos poderes públicos, dos governos e da sociedade civil, além de buscar possíveis soluções em um ambiente plural.

Para a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan a regularização fundiária deve ser compreendida para além da formalização registral da propriedade, pois envolve cidadania, dignidade, segurança jurídica, planejamento territorial e acesso das famílias às políticas públicas.

“Falar de regularização fundiária é falar de cidadania, de inclusão social e de organização responsável do território. O Poder Judiciário tem papel relevante na construção de soluções institucionais que promovam segurança jurídica, sustentabilidade e pacificação social”, destacou a magistrada.

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A magistrada pontuou ainda que no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a temática possui especial relevância diante da atuação da Corregedoria em iniciativas voltadas à regularização fundiária, ao aprimoramento dos serviços extrajudiciais e ao apoio institucional às ações de prevenção e tratamento adequado dos conflitos coletivos fundiários.

Nos dois dias de eventos foram realizadas oficinas e painéis voltados para sustentabilidade e regularização em áreas sensíveis, a implementação de um pacto em prol da desburocratização, celeridade e economia para a efetivação da regularização fundiária; a transversalidade e a integração da regularização fundiária com as políticas públicas estruturais de urbanização; e as boas práticas de resolução consensual e atuação colaborativa na prevenção e gestão de conflitos fundiários.

Com informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO)

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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