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Veja o passo a passo de como validar a sua participação no ReciclaJUD

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Quer participar do ReciclaJud – Edição Sede (Tribunal de Justiça) e ainda não sabe como validar a sua arrecadação de materiais recicláveis? Confira o passo a passo de como garantir um lugar no ranking da “disputa do bem”.

A arrecadação segue até o dia 5 de dezembro. Uma das etapas mais importantes é o lançamento do Termo de Entrega, que deve ser feito com o preenchimento de um formulário online.

A iniciativa é do Núcleo de Sustentabilidade, em parceria com a Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP), e integra as ações do Judiciário alinhadas à Agenda 2030 da ONU.

A campanha mobiliza gabinetes, coordenadorias, unidades administrativas e gabinetes de desembargadores(as) em uma competição saudável para arrecadar o maior volume de materiais recicláveis, como papel, PET, embalagens plásticas de produtos de limpeza, tampinhas e latinhas.

Todo o material seguirá para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (ASMATS), garantindo impacto direto na renda e trabalho dos trabalhadores às vésperas do período natalino.

Passo a passo: veja como participar e validar seus materiais

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1. Separe os materiais por categoria:

Antes de tudo, cada unidade deve separar os recicláveis de forma correta. A competição aceita três grupos:

· Categoria A – Plásticos de alta reciclabilidade;

· Categoria B – Papéis e derivados;

· Categoria C – Metais e tampinhas;

Atenção!! Todo material deve estar limpo e seco. Não serão recebidos resíduos misturados.

2. Leve os materiais para pesagem oficial

A pesagem acontece exclusivamente na Central de Resíduos do TJMT, que fica no edifício garagem, sob a rampa de acesso. As entregas devem acontecer das 8h às 12h, de segunda a sexta-feira.

Durante a pesagem:

· Os materiais devem ser entregues separados por categoria;

· O responsável entrega para a unidade um Termo de Entrega, contendo: tipo de material, peso registrado, data e identificação da unidade;

Esse documento é indispensável para a próxima etapa.

3. Preencha o formulário eletrônico (forms)

Sem o lançamento dos dados no formulário eletrônico, o material NÃO será computado no ranking final.

No formulário “ReciclaJud – Edição Sede TJMT – Preencher o formulário”, a unidade deve:

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· Preencher as informações da pesagem;

· Informar categoria e quantidade de cada material;

· Anexar o Termo de Entrega original;

· Conferir a identificação da unidade e da força de trabalho (FTT).

Depois de enviado, o Núcleo de Sustentabilidade realiza a validação e contabiliza os pontos.

Critérios de pontuação e premiação

O ReciclaJud adota um formato de pontuação proporcional, baseado na arrecadação per capita. Ou seja, o peso total arrecadado por unidade é dividido pelo número de integrantes (magistrados, servidores e estagiários). O objetivo é garantir equidade entre unidades grandes e pequenas.

As unidades que alcançarem os três melhores índices receberão os troféus Ouro, Prata e Bronze, além de um brinde surpresa. A premiação ocorrerá no evento de Natal do TJMT.

Veja o edital completo aqui.

Assista ao vídeo abaixo para saber mais:

https://intranet-mc.tjmt.jus.br/portaldaintranet-arquivos-prod/cms/RECICLAJUD_A_DISPUTA_DO_BEM_COMECOU_d1b1b9dd33.mp4

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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