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Verde Novo planta árvores no centro de Cuiabá em parceria com escola de filosofia

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Novas árvores vão gerar frutos, sombras e outros benefícios urbanos na Avenida Coronel Escolástico, no bairro Bandeirantes, região central de Cuiabá. Isso porque no sábado (18 de março) o projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, plantou diversas árvores em parceria com a escola de filosofia Nova Acrópole.
 
Antes do plantio, a engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba, deu uma palestra aos alunos da Nova Acrópole sobre a arborização urbana. Ela tirou várias dúvidas do grupo sobre espécies adequadas para serem plantadas em Cuiabá, características do bioma, benefícios das árvores, funções naturais, dentre outros aspectos.
 
Para o professor e voluntário da Nova Acrópole Vinicius Negrão, a iniciativa foi muito boa, por trazer novos conhecimentos aos alunos e por demonstrar que o Poder Judiciário está conectado com a realidade social, para além da prestação jurisdicional.
 
“Achei muito legal. O xis da questão nessas ações não é só fazermos, mas saber como fazer e como dar continuidade. Achei muito bom, até porque o Judiciário não pode se desconectar da cidadania e está usando sua equipe técnica para fazer boas ações para a cidade. Serve de referência para outros poderes”, considera.
 
A Nova Acrópole é uma organização internacional voluntária, sem fins lucrativos, dedicada à educação através da filosofia, com o propósito de desenvolver valores humanos por meio do estudo de correntes filosóficas e pensadores do ocidente e do oriente.
 
O voluntariado é um dos aspectos trabalhados com os alunos da Nova Acrópole, voltado para si mesmo e para a coletividade. Conforme pontua a secretária de relações institucionais Caroline Brito, “dentro da proposta da Nova Acrópole, nossa ideia é viver uma filosofia à maneira clássica, que significa viver as ideias principais de virtude, de desenvolvimento humano e o voluntariado é uma dessas ferramentas. O voluntariado é uma ação por vontade, algo que você não é obrigado a fazer, mas você faz porque entende que é isso bom para você e para todo mundo. Se todos forem abrindo a cabeça para esse tipo de serviço voluntário, vai fazer bem a si e a toda a comunidade”.
 
As árvores foram plantadas próximas à sede da Nova Acrópole, de modo que os alunos se comprometeram a cuidar da manutenção e preservação delas conforme forem crescendo.
 
#Paratodosverem
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Primeira imagem: foto horizontal colorida da palestra. Em uma sala com paredes e cadeiras brancas, Rosiani está à frente ao lado de uma projeção digital falando ao público, que ouve atentamente sentado.
Segunda imagem: foto horizontal colorida dos entrevistados Vinicius Negrão e Caroline Brito agachados plantando uma árvore com a ajuda da engenheira Rosiani. Todos estão ao redor do berço mexendo na terra.
Terceira imagem: foto horizontal colorida de uma voluntária plantando uma árvore no gramado ao lado da Avenida Coronel Escolástico, onde passam carros e uma moto.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Projeto de leitura transforma experiências e amplia horizontes de pessoas privadas de liberdade

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Visão em ângulo de uma pessoa folheando um livro aberto sobre uma mesa branca. Uma das mãos segura uma caneta azul, apontando para o texto que traz fotos em preto e branco de crianças.Durante a III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena, realizada nos dias 2 e 3 de junho, em formato virtual, a professora Silvia Aparecida Duarte Fraga apresentou a experiência desenvolvida na Cadeia Pública de Alto Araguaia (421km de Cuiabá) por meio do projeto “Viagem Sobre as Grades – Remição Pela Leitura e Expressão de Sentimentos”. A iniciativa integra as boas práticas educacionais desenvolvidas no sistema prisional mato-grossense.

Promovido pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF/TJMT), pela Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (Coeja/Seduc-MT) e pelo Núcleo de Educação no Sistema Penitenciário (NESP/SAAP/Sejus-MT), o evento reuniu educadores e profissionais que atuam com a remição de pena pela leitura em unidades prisionais de Mato Grosso.

Ao relatar sua trajetória no projeto, Silvia contou que recebeu o convite para atuar com pessoas privadas de liberdade de forma inesperada. Com mais de duas décadas dedicadas à educação de crianças e adolescentes, ela afirmou que a experiência a levou a romper preconceitos e ampliar sua visão sobre os processos de aprendizagem.

“O aprendizado vai muito além das quatro paredes de uma sala de aula. Pequenos esforços e a leitura permitem que a pessoa vá além do que os olhos enxergam”, destacou.

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Segundo a educadora, o nome do projeto surgiu a partir da fala de um dos participantes. “Ele disse que, quando estava na sala realizando as atividades de leitura, sentia o corpo preso, mas a mente voando. Foi aí que compreendi o significado da leitura naquele ambiente”, relatou.

A iniciativa é desenvolvida em etapas que estimulam a expressão de sentimentos, o autoconhecimento e a construção de novos projetos de vida. Uma das atividades consiste na elaboração de uma árvore de palavras, em que os participantes registram emoções, desejos e percepções por meio de palavras-chave.

Outra ação de destaque é a produção de cartas motivacionais. Nessa atividade, os alunos são convidados a escrever para si mesmos, assumindo a perspectiva de um desconhecido. O exercício incentiva o uso de palavras positivas, conselhos, reflexões sobre mudanças, sonhos e possibilidades, além da valorização pessoal e da esperança.

De acordo com Silvia, os resultados observados incluem o fortalecimento da autoestima, a ampliação da capacidade emocional, o aumento do interesse pela leitura e o enriquecimento do vocabulário dos participantes.

Ouvidoria apresenta canais de atendimento e orientação ao cidadão

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A programação também contou com a participação do ouvidor setorial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Ricardo Augusto de Oliveira, que apresentou orientações sobre os canais de atendimento da Ouvidoria e os procedimentos para registro de manifestações.

Segundo ele, a Ouvidoria atua como uma ponte entre o cidadão e a administração pública, recebendo demandas, orientando os usuários e encaminhando as solicitações aos setores responsáveis para análise e providências dentro dos prazos estabelecidos.

“O papel da Ouvidoria também é educativo, orientando o cidadão sobre o melhor caminho para registrar sua manifestação e acompanhar o atendimento”, explicou.

O ouvidor destacou ainda os cursos oferecidos pela instituição para capacitar servidores públicos e aprimorar a qualidade dos atendimentos. Durante a apresentação, ele orientou os participantes sobre a utilização do sistema Fale Cidadão, ferramenta disponibilizada pela Controladoria Geral do Estado e acessível por meio dos portais oficiais do Poder Executivo Estadual.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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