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Acordos firmados pelo MP viabilizam curso na área da segurança pública

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Vinte profissionais da segurança pública, sendo 11 policiais militares, sete civis e dois bombeiros que atuam no município de Sinop, distante 500 km de Cuiabá, participam neste sábado (05) do “Curso de Retenção e Contrarretenção de arma de fogo”. A qualificação foi viabilizada por meio da destinação de R$ 7.750,00, oriundos de Acordos de Não Persecução Penal celebrados pela 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Sinop.

A promotora de Justiça Roberta Cheregati Sanches explica que os valores foram viabilizados por intermédio do Conselho Comunitário de Segurança. Com carga horária de oito horas, o curso abordará as técnicas existentes para manter o controle e a posse da arma durante abordagens, prisões e possíveis confrontos físicos.

A qualificação será ministrada pelo instrutor de armamento e tiro Felipe Rodrigues. O professor destaca que o conceito da doutrina se resume praticamente na luta pelo equipamento, tanto no coldre (estojo de polímero ou plástico), quanto fora dele.

“Policiais que não dominam técnicas adequadas de combate e com treinamento deficitário têm elevada chance de se envolverem em confrontos, de tomarem decisões precipitadas ou equivocadas e de serem vitimados”, enfatizou.

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Fonte: MP MT

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Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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