MATO GROSSO

Sema-MT e Polícia Militar apreendem sete redes em fiscalização contra a pesca ilegal

Publicado em

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e a Polícia Militar (PM) apreenderam sete redes e uma canoa utilizadas na pesca ilegal, durante fiscalização realizada entre os dias 17 e 21 de fevereiro. As redes têm uso proibido por configurar pesca predatória.

A ação faz parte da Operação Carnaval, realizada nas áreas ribeirinhas de Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço,  Nobres e baixada cuiabana. Os fiscais atuaram nos rios de modo fluvial, e montaram bloqueios nos principais pontos de pesca da região.

Foram vistoriados 71 veículos, nove embarcações e 194 pessoas foram abordadas e receberam orientações. A fiscalização continua mesmo após o término do defeso da piracema, e, além da apreensão do pescado e petrechos ilegais, em caso de flagrante é aplicada multa que vai de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$20 por quilo de pescado.

Até o dia 28 de fevereiro a  pesca segue proibida nos rios de divisa, seguindo o calendário de defeso federal. Ao todo, 17 rios entram nessa classificação. Entre os mais conhecidos estão o Rio Piquiri, em que uma margem está em Mato Grosso e outra em Mato Grosso do Sul, o Rio Araguaia, que faz divisa com Goiás, e trecho do Rio Teles Pires, que faz divisa com o Pará, na bacia Amazônica.

Leia Também:  Tribunal de Justiça indefere pedido de liberdade a investigador da Polícia Civil

A Sema destaca a obrigatoriedade da carteira de pesca, seja ela amadora ou profissional, para pescar e transportar. Também deve ser respeitada a cota de transporte, que para amadores é de 5 kg e um exemplar, e para profissional é de 125 kg por semana.

Quem se deparar com algum crime ambiental deve denunciar pelos telefones 0800 065 3838, WhatsApp (65) 99321-9997, ou comparecer em uma das nove diretorias regionais ou sede da Sema em Cuiabá. 

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

Published

on

Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

Leia Também:  Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça recebe evento cultural com roda de leitura sobre leis abolicionistas

A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA