Tribunal de Justiça de MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

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A juíza Augusta Prutchansky Martins Gomes Negrão Nogueira, da 2ª Vara Cível da Comarca de Barra do Garças, está selecionando candidatos(as) para a vaga de assistente de gabinete voluntário.
 
O trabalho será feito de forma presencial e consistirá na elaboração de sentenças e decisões cíveis.
 
Interessados(as) devem realizar a inscrição até o dia 28/05/2023, por meio do envio dos documentos e currículo ao endereço eletrônico [email protected] .
 
Os candidatos(as) serão selecionados(as) mediante análise curricular, prova discursiva e entrevista pessoal.
 
Serviço Voluntário – O serviço voluntário é integrado por pessoas físicas que prestam serviço não remunerado ao Poder Judiciário mediante celebração de Termo de Adesão, que não gera vínculo funcional ou qualquer obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim, possui objetivos cívicos, educacionais, culturais, científicos ou de assistência social e é considerado serviço público relevante (Provimento 16/2014 CM).
 
O prazo de duração do serviço voluntário é de um ano, podendo haver prorrogação ou, a qualquer tempo, por consenso ou unilateralmente, a suspensão dos efeitos do termo de adesão. A carga horária de trabalho é de 20 horas semanais.
 
Podem candidatar à vaga para prestar o serviço voluntário pessoas maiores de 18 anos, estudantes a partir do 5º semestre ou bacharéis em Direito, com a finalidade de exercer suas atividades jurídicas, exclusivamente, no gabinete da 2ª Vara Cível da Comarca de Barra do Garças.
 
Documentos necessários – O(a) candidato(a) deverá encaminhar os seguintes documentos no ato da inscrição:
 
– Cópia da cédula de identidade;
– Cópia do CPF;
– Cópia de matrícula ou certidão emitida por estabelecimento de ensino superior que comprove que o(a) candidato(a) esteja cursando graduação em Direito ou que tenha concluído, caso for graduado(a);
– Certidões Negativas de antecedentes criminais expedidas pela Justiça Federal e Estadual.
 
As informações prestadas na solicitação da inscrição serão de inteira responsabilidade do candidato e será excluído do processo seletivo o candidato que prestar informações incorretas ou inverídicas.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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