AGRONEGÓCIO

Governa da Bahia doa equipamentos agrícolas para prefeituras e entidades

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Com um investimento total de R$ 26,6 milhões, o governo do estado da Bahia entregou 136 retroescavadeiras, tratores, caminhões basculantes, tanques de leite, balanças, entre outros equipamentos agrícolas e maquinários a prefeituras, entidades e consórcios regionais.

A iniciativa, realizada no Parque de Exposições de Salvador, visa atender às necessidades dos agricultores e fomentar o desenvolvimento agrícola em diversas regiões do estado.

Essa entrega de equipamentos é parte de um esforço do governo da Bahia para fortalecer o setor agrícola e promover o bem-estar das comunidades rurais. Os equipamentos desempenharão um papel fundamental no apoio às prefeituras e associações rurais, auxiliando na limpeza de aguadas, manutenção e abertura de estradas vicinais, e contribuindo para o crescimento do setor produtivo baiano.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, destacou a relevância dessa iniciativa para a agricultura do estado, afirmando que os equipamentos melhorarão a produtividade e a sustentabilidade do setor, promovendo um futuro mais próspero para os agricultores e suas famílias. Este investimento representa um compromisso sólido com o desenvolvimento agrícola e a qualidade de vida nas áreas rurais da Bahia.

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O secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, Wallison Tum, ressaltou o impacto positivo que a chegada desses equipamentos terá nas comunidades rurais do interior do estado. “Esses equipamentos serão fundamentais para atender às necessidades de muitas prefeituras e associações rurais, seja na limpeza de aguadas, manutenção e abertura de estradas vicinais. Esse é um trabalho importante que o Governo da Bahia faz por meio da Seagri, no fortalecimento do setor produtivo baiano”, enfatizou.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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