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MPMT fará campanhas institucionais de interesse público

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“A violência começa quando o respeito acaba” é o conceito da campanha lançada esta semana pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, com apoio da TV Centro América. Ao todo, três vídeos serão veiculados gratuitamente pela emissora de televisão como serviço de utilidade pública. Acesse aqui a Campanha.

“A violência doméstica e familiar contra a mulher é um problema que assola o país inteiro. Em Mato Grosso, o Ministério Público atua em diversas frentes para coibir e punir os autores desta abominável prática. A campanha é mais um instrumento utilizado pela instituição para sensibilizar e encorajar as pessoas a denunciarem e acolherem as vítimas”, ressaltou o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior.

Segundo ele, como o Ministério Público do Estado de Mato Grosso não dispõe de recursos para publicidade, todo o trabalho de divulgação e sensibilização da sociedade sobre temas de interesse público é feito em parceria com a mídia mato-grossense. “A imprensa em geral tem sido importante parceira do Ministério Público na divulgação das ações que impactam diretamente na vida do cidadão”, afirmou.

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Conforme o procurador-geral de Justiça, a instituição pretende, até o final deste ano, realizar diversas campanhas de utilidade pública com apoio de veículos de comunicação. Estão previstas sensibilizações sobre combate à pedofilia, educação inclusiva, meio ambiente sustentável, trânsito seguro, família acolhedora, combate ao crime organizado, entre outros temas.

“Temos um planejamento e vamos buscar o apoio da imprensa em geral e de outros segmentos para juntos atuarmos na defesa dos direitos fundamentais. Somente com a união de esforços para engajamento da sociedade conseguiremos cumprir a missão constitucional do Ministério Público”.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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