Ministério Público MT

Apae é reformada com recursos destinados pelo Ministério Público

Publicado em

A 1ª Promotoria de Justiça Novo São Joaquim (a 485km de Cuiabá) destinou R$ 285.714,28 para reforma e ampliação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. Os recursos foram oriundos de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em 2022 e destinados via Banco de Projetos e Entidades (Bapre) do Ministério Público de Mato Grosso. As obras foram concluídas e entregues à comunidade no dia 23 de março. 

A Apae de Novo São Joaquim ganhou três novas salas: uma de inclusão digital, outra para atendimento de fonoaudióloga e psicóloga, e uma última para almoxarifado. Além disso, foram construídos portal com fachada moderna, rampa com acessibilidade, passarela coberta, muro nos fundos do prédio, instalado portão na entrada e adquiridos mobiliários e equipamentos. 

Estiveram presentes na inauguração os promotores de Justiça Fabrício Miranda Mereb e João Ribeiro da Mota, bem como autoridades políticas, representantes da Polícia Militar e parceiros da Apae. Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Novo São Joaquim, Fabrício Mereb é o atual responsável pelo fortalecimento da parceria entre o Ministério Público, a Apae, o poder público e a comunidade. Já João Ribeiro da Mota, que hoje atua em Nova Xavantina, foi quem celebrou o TAC. 

Leia Também:  Escola recebe projeto FloreSer e promove reflexão sobre relações

O promotor de Justiça Roberto Arroio Farinazzo Júnior, de Água Boa, também esteve envolvido no projeto enquanto atuou na comarca de Novo São Joaquim, assim como toda a equipe da Promotoria de Justiça. “Agradecemos o empenho da atual diretora da instituição, Geisane Martins Rodrigues, e de seu esposo e principal voluntário e colaborador, Cecílio Rodrigues Júnior. Sem eles, o projeto não teria tido tanto êxito”, declarou o promotor de Justiça Fabrício Miranda Mereb. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Liminar suspende publicidade da MRV que anuncie ITBI e registro grátis

Published

on

A 6ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Cuiabá obteve liminar favorável para que as empresas MRV Prime Projeto MT B Incorporações SPE Ltda. e MRV Engenharia e Participações S/A suspendam, no prazo de 10 dias, em todos os meios de divulgação, o uso das expressões “grátis” e “gratuidade” em relação ao Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e às taxas de registro imobiliário. A determinação se aplica sempre que houver previsão contratual de reembolso, direto ou indireto, ou de repasse desses custos ao consumidor. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 200 mil.A decisão foi proferida no âmbito de Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que identificou indícios de práticas abusivas na comercialização de imóveis pelas empresas. Conforme apurado, as construtoras veiculavam campanhas publicitárias com promessas de “ITBI grátis” e “registro grátis”, induzindo os consumidores a acreditar que essas despesas seriam integralmente assumidas pelas fornecedoras.Entretanto, os contratos celebrados previam, na prática, o repasse desses valores aos compradores, ainda que sob outras denominações, como forma de reembolso parcelado. De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a divergência entre a publicidade e as cláusulas contratuais pode caracterizar publicidade enganosa, em afronta ao Código de Defesa do Consumidor.A ação também apontou falta de clareza nas condições de pagamento. Segundo o Ministério Público, em alguns casos, as parcelas da entrada eram apresentadas como fixas ou decrescentes, mas sofriam reajustes ao longo do contrato, com base em índices como Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acrescidos de juros. Essa sistemática comprometeria o planejamento financeiro dos consumidores e dificulta a compreensão do custo total do imóvel.Além da suspensão da publicidade considerada irregular, a decisão judicial determinou a inversão do ônus da prova, atribuindo às empresas a responsabilidade de demonstrar que prestaram informações adequadas e transparentes aos consumidores e que os contratos atendem às normas legais. Também foi determinada a suspensão dos processos individuais em tramitação no estado sobre o mesmo tema, com o objetivo de evitar decisões conflitantes e assegurar tratamento uniforme às demandas, concentrando a análise na ação coletiva.

Leia Também:  Construção do Planejamento Estratégico segue com workshop em Cuiabá

Foto: Arne Müseler.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA