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MP finaliza implantação de Centros de Apoio Administrativo no interior

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Concluindo o ciclo de implantação dos Centros de Apoio Administrativo (CAADs) no interior do estado, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso realizou, nesta segunda-feira (05), uma reunião para oficializar o início das atividades em Alta Floresta (município a 790 km de Cuiabá). A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra, explicou que a iniciativa é resultado do projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho na instituição.

Durante o encontro virtual, realizado com os promotores de Justiça que atuam no município, a subprocuradora-geral apresentou o novo modelo de gestão, destacando as melhorias contínuas para a eficiência operacional do trabalho dos servidores, membros e Promotorias.

“Essa modernização é necessária para focarmos no que realmente importa. A integração dos sistemas e a implantação do CAAD estão alinhadas com essa visão, trazendo uma nova estrutura de gestão que centraliza as atividades e garante a continuidade do trabalho”, destacou a promotora de Justiça.

A promotora explicou que a centralização das atividades administrativas visa garantir a uniformização do atendimento e a padronização das rotinas judiciais e administrativas das Promotorias de Justiça, promovendo uma administração pública mais eficiente e igualitária.

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Sobre o CAAD – O projeto de implantação dos centros de apoio teve início em fevereiro de 2023 em Cuiabá. Após um amplo trabalho, observou-se uma divergência na produtividade entre os núcleos da capital. Com os resultados obtidos do projeto piloto, iniciou-se a implantação de CAADs em nove municípios. A experiência começou em Várzea Grande, seguiu para Rondonópolis e foi estendida para Cáceres, Sinop, Tangará da Serra, Barra do Garças, Sorriso, Primavera do Leste, sendo finalizada em Alta Floresta.

Foto: Aquarela Hamoa Residencial.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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