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Mais de 4 mil profissionais e 7,2 mil câmeras do Vigia Mais MT vão reforçar a segurança nas Eleições 2024

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) vai mobilizar cerca de 4 mil profissionais da Segurança e 7,2 mil câmeras do programa Vigia Mais MT para as ações de fiscalização no 1º turno das Eleições 2024, que ocorrerá neste domingo (06.10). As câmeras de monitoramento estão instaladas em pontos estratégicos de 123 municípios, incluindo o interior de escolas.

Além do patrulhamento ostensivo realizado pela Polícia Militar, as forças de segurança estarão presentes em locais de votação e apuração com grande concentração de eleitores, além de auxiliar na escolta das urnas e no retorno da mídia de memória – dispositivo que armazena os votos de cada urna eletrônica – para o local de apuração.

No Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), servidores da Sesp integrarão uma central de operações, em parceria com outras instituições que compõem o Gabinete de Gestão Integrada (GGI).

A Secretaria também terá uma equipe de plantão na Sala de Gerenciamento de Crises da Pasta, voltada para intervenções emergenciais, além do monitoramento constante das câmeras de segurança e chamadas atendidas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

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A Plataforma de Observação Elevada (Poe), um caminhão da Secretaria equipado com tecnologia avançada, estará à disposição do TRE, transmitindo imagens em tempo real. O veículo conta com sistemas de informática e radiocomunicação, além de câmeras com giro de 360° e reconhecimento facial.

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel Fernando Carneiro Tinoco, destaca que a união entre a força humana e a tecnologia visa garantir um pleito seguro em Mato Grosso.

“Das câmeras do programa Vigia Mais MT que serão usadas nessa eleição, 1.800 estão instaladas em escolas que são locais de votação. Com essa tecnologia como aliada, teremos mais eficiência e qualidade na prestação de serviço, prevenindo crimes, especialmente os eleitorais, neste momento tão importante que é a escolha de nossos representantes”, afirma.

Ainda conforme o secretário, as imagens do Vigia Mais MT poderão ser acompanhadas pelas centrais de controle e por aparelhos móveis de policiais e diretores de escolas habilitados.

“As forças de segurança estarão acompanhando em tempo real as imagens das câmeras de monitoramento, e os profissionais que atuam no interior de Mato Grosso também poderão acessar essas imagens diretamente pelos celulares, facilitando o monitoramento dos locais de votação em seus municípios”, ressalta.

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“A operação conta com várias camadas de segurança e profissionais, atuando tanto na Capital quanto em outros municípios, seja por meio das centrais de controle ou dispositivos móveis. O programa Vigia Mais MT foi planejado para levar essa capacidade aos pontos mais remotos, permitindo que os agentes analisem imagens, coletem provas e garantam a segurança da população em vários momentos”, finaliza o secretário.

O efetivo mobilizado pela Sesp-MT, além dos servidores da própria sede, conta com 2.292 policiais militares, 1.184 policiais civis e 402 bombeiros militares.

Segundo o TRE, o planejamento também inclui o apoio de 700 agentes do Exército, Marinha, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Guarda Municipal, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Fonte: Governo MT – MT

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Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

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O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

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Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

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