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Cerca de 400 servidores públicos são capacitados para encerramento do exercício financeiro 2024

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz), em parceria com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), reuniu, nesta terça-feira (22/10), cerca de 400 servidores de órgãos e entidades de administração direta e indireta. O objetivo foi detalhar os procedimentos e prazos a serem adotados para o fechamento das contas públicas de 2024.

O evento, realizado de forma online, contou com a participação de servidores contadores e responsáveis pelo planejamento, orçamento, finanças, patrimônio e contabilidade dos órgãos do Poder Executivo, entidades e empresas públicas, além dos Poderes, órgãos autônomos da Administração Pública Estadual.

Na abertura, a secretária adjunta da Contadoria Geral do Estado, Anesia Cristina, destacou a importância de que todos os servidores estejam atentos e cumpram o previsto no Decreto nº 1.062, que estabelece os prazos e procedimentos para o encerramento do exercício de 2024. Ela reforçou que a Sefaz é o órgão central da contabilidade do Estado e que a equipe está sempre à disposição para ajudar os demais órgãos.

“O encerramento do ano começa justamente antes, para que tenhamos tempo de planejar as ações e executá-las corretamente, garantindo um fechamento mais tranquilo e em conformidade com as normas contábeis e fiscais. O objetivo aqui é alinhar a estratégia de fechamento, frisar a importância de priorizar as ações nesse período e cumprir os prazos”, disse a secretária adjunta da Sefaz.

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Entre os pontos destacados durante o evento estão, por exemplo, os prazos para empenhar, liquidar e gerar a folha de pagamento, além dos procedimentos para a inscrição dos restos a pagar. Também foram explicados os procedimentos para a emissão de ordens bancárias, o inventário de bens e contratos dos órgãos. Ao final de cada apresentação, os participantes tiveram a oportunidade de interagir e esclarecer dúvidas.

O encerramento do exercício financeiro é um processo realizado anualmente, que envolve a conferência de todas as despesas, receitas e pagamentos efetuados pelo governo. Esse processo tem início no mês de novembro e é finalizado com a entrega do Balanço Geral do Estado ao Tribunal de Contas do Estado.

O evento de orientação para o encerramento do exercício financeiro de 2024 foi gravado e está disponível no canal da Sefaz no YouTube para que os servidores reassistam o conteúdo.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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