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MPMT recebe mostra fotográfica de vítimas de feminicídio

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) receberá a 1ª Mostra Fotográfica das Vítimas de Feminicídio de Cuiabá. A solenidade de abertura será nesta quinta-feira (21), às 14h30, na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. A exposição itinerante é promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, em parceria com a Virada Feminina Nacional, e conta com apoio do MPMT.

Com o tema “Feminicídio – um crime contra a equidade”, a mostra reúne 12 painéis que retratam histórias de mães, filhas, amigas e esposas que perderam suas vidas de forma trágica, vítimas de seus próprios parceiros. A exposição apresenta 11 fotografias que documentam casos de feminicídio registrados na capital mato-grossense e dedica um painel especial à memória de Eliza Samudio, cujo assassinato teve repercussão nacional.

O objetivo da iniciativa é sensibilizar a sociedade sobre a gravidade do feminicídio e fomentar a conscientização acerca da equidade entre homens e mulheres como forma de superar preconceitos, discriminação e a violência de gênero. O Ministério Público, por meio de seu Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Gênero Feminino, reforça o compromisso com a causa apoiando a exposição como parte de uma estratégia de mobilização social.

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A mostra já foi visitada por mais de 15 mil pessoas ao longo de 66 dias, tornando-se uma das principais iniciativas de conscientização.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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