Ministério Público MT

São Felix do Araguaia recebe 2ª turma do projeto Reconstruindo Sonhos

Publicado em

Vinte reeducandos da Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.061,1 km de Cuiabá) participaram do encontro de abertura da 2ª turma do projeto Reconstruindo Sonhos. A iniciativa, promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso com o apoio de diversas instituições, tem como objetivo fortalecer a reinserção social e reduzir a reincidência criminal por meio da qualificação profissional, preparação para o mercado de trabalho e ampliação da compreensão sobre o sentido da vida.O projeto é desenvolvido em duas etapas. A primeira, denominada Ampliação da Compreensão do Sentido da Vida”, consiste em 12 encontros presenciais semanais realizados nas unidades prisionais. Nesses encontros são abordados temas como valores, humanização, espiritualidade, relações interpessoais, família, comunicação, trabalho, perspectiva de futuro e planejamento.Concluída essa fase, inicia-se a etapa de Qualificação Profissional, com a oferta de cursos profissionalizantes. Em 2024, a primeira turma do projeto da Cadeia Pública de São Félix do Araguaia contou com o curso de pintor de obras imobiliárias. Para este ano, além da turma que acaba de iniciar, o diretor da unidade, Jackson de Souza, já manifestou interesse em viabilizar uma 3ª edição do projeto.O encontro inaugural da nova turma contou com o apoio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal (CAO-EP) e foi organizado pelo promotor de Justiça, da 2ª Promotoria de Justiça de São Félix do Araguaia, Thiago Matheus Tortelli. Também participaram o chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal de São Félix do Araguaia, José Divino Martins Rocha, e o defensor público da comarca, Robson Guimarães.Acesse o canal do MPMT no WhatsApp!

Leia Também:  Patrulha Maria da Penha é implementada em Colíder

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Liminar suspende publicidade da MRV que anuncie ITBI e registro grátis

Published

on

A 6ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Cuiabá obteve liminar favorável para que as empresas MRV Prime Projeto MT B Incorporações SPE Ltda. e MRV Engenharia e Participações S/A suspendam, no prazo de 10 dias, em todos os meios de divulgação, o uso das expressões “grátis” e “gratuidade” em relação ao Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e às taxas de registro imobiliário. A determinação se aplica sempre que houver previsão contratual de reembolso, direto ou indireto, ou de repasse desses custos ao consumidor. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 200 mil.A decisão foi proferida no âmbito de Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que identificou indícios de práticas abusivas na comercialização de imóveis pelas empresas. Conforme apurado, as construtoras veiculavam campanhas publicitárias com promessas de “ITBI grátis” e “registro grátis”, induzindo os consumidores a acreditar que essas despesas seriam integralmente assumidas pelas fornecedoras.Entretanto, os contratos celebrados previam, na prática, o repasse desses valores aos compradores, ainda que sob outras denominações, como forma de reembolso parcelado. De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a divergência entre a publicidade e as cláusulas contratuais pode caracterizar publicidade enganosa, em afronta ao Código de Defesa do Consumidor.A ação também apontou falta de clareza nas condições de pagamento. Segundo o Ministério Público, em alguns casos, as parcelas da entrada eram apresentadas como fixas ou decrescentes, mas sofriam reajustes ao longo do contrato, com base em índices como Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acrescidos de juros. Essa sistemática comprometeria o planejamento financeiro dos consumidores e dificulta a compreensão do custo total do imóvel.Além da suspensão da publicidade considerada irregular, a decisão judicial determinou a inversão do ônus da prova, atribuindo às empresas a responsabilidade de demonstrar que prestaram informações adequadas e transparentes aos consumidores e que os contratos atendem às normas legais. Também foi determinada a suspensão dos processos individuais em tramitação no estado sobre o mesmo tema, com o objetivo de evitar decisões conflitantes e assegurar tratamento uniforme às demandas, concentrando a análise na ação coletiva.

Leia Também:  Atendimento às crianças neurodivergentes será debatido em audiência

Foto: Arne Müseler.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA